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Folha inicia publicação de artigos de ex-ministros da Fazenda

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***ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, 09.05.2017: GUIDO-MANTEGA - O ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega. (Foto: Marcus Leoni/Folhapress)
***ARQUIVO*** SÃO PAULO, SP, 09.05.2017: GUIDO-MANTEGA - O ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega. (Foto: Marcus Leoni/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Folha inicia neste domingo (27) a publicação de uma série de artigos dos ex-ministros da Fazenda na década 2011-2020. São eles Guido Mantega (2006-2014), Joaquim Levy (2015), Nelson Barbosa (2015-2016), Henrique Meirelles (2016-2018) e Eduardo Guardia (2018).

Depois de 20 anos com apenas três ministros no comando da economia (de 1995 a 2014), o país teria quatro ocupantes no cargo nos quatro anos seguintes, período marcado por piora nos indicadores econômicos e crises políticas.

Em 2019, a Fazenda seria incorporada ao Ministério da Economia.

O primeiro artigo é do ex-ministro Guido Mantega, que comandou a pasta de 27 de março de 2006 a 31 de dezembro de 2014, nos governo Lula e Dilma Rousseff. Também foi ministro do Planejamento e presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

Nascido em Gênova (Itália), em 1949, Mantega é formado em Economia pela FEA-USP (Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo). Antes de assumir cargos no governo federal, foi um dos coordenadores do programa econômico do PT nas eleições presidenciais de 1989 a 2002.

Mantega esteve à frente da pasta durante o "boom das commodities" da primeira década do século 21 e na crise de 2008/2009, período em que o governo Lula iniciaria uma transição na política econômica.

Sairia de cena o tripé câmbio livre, meta de inflação e superávit primário. Entraria a chamada "nova matriz econômica", que se materializou a partir de 2011, formada por juro baixo, câmbio desvalorizado e aumento do gasto público.

O modelo seria complementado pela expansão dos bancos públicos, por leis de conteúdo local e controle de tarifas públicas.

O "milagre econômico" dos anos Lula perderia força na gestão Dilma, marcada por taxas de crescimento mais baixas, elevação da inflação, déficits fiscais e o início de uma nova recessão em 2014. Foi substituído por Joaquim Levy.

Os artigos dos outros ex-ministros serão publicados nos próximos dias.