Mercado abrirá em 32 mins
  • BOVESPA

    106.296,18
    -1.438,82 (-1,34%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.889,66
    -130,44 (-0,25%)
     
  • PETROLEO CRU

    84,58
    +0,82 (+0,98%)
     
  • OURO

    1.802,50
    +6,20 (+0,35%)
     
  • BTC-USD

    63.098,48
    +2.315,07 (+3,81%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.453,34
    -49,70 (-3,31%)
     
  • S&P500

    4.544,90
    -4,88 (-0,11%)
     
  • DOW JONES

    35.677,02
    +73,92 (+0,21%)
     
  • FTSE

    7.232,37
    +27,82 (+0,39%)
     
  • HANG SENG

    26.132,03
    +5,10 (+0,02%)
     
  • NIKKEI

    28.600,41
    -204,44 (-0,71%)
     
  • NASDAQ

    15.376,00
    +35,00 (+0,23%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,5667
    -0,0141 (-0,21%)
     

FMI vê PIB mundial em 2021 pouco abaixo da projeção anterior de 6%

·1 minuto de leitura
Logo do FMI na sua sede em Washington

(Reuters) - O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê que o crescimento econômico mundial em 2021 cairá ligeiramente abaixo de sua projeção de julho de 6%, disse a chefe do FMI, Kristalina Georgieva, nesta terça-feira, citando riscos associados à dívida, inflação e divergências econômicas na esteira da pandemia de Covid-19.

Georgieva disse que a economia global está se recuperando, mas a pandemia continua limitando a recuperação, sendo o principal obstáculo o "Grande Abismo de Vacinação" que tem sido visto em muitos países com pouco acesso às vacinas contra a Covid-19.

Em um discurso virtual na Bocconi University, na Itália, Georgieva disse que o relatório Perspectiva Econômica Global atualizado da próxima semana prevê o retorno das economias avançadas aos níveis pré-pandemia de produção econômica até 2022, mas a maioria dos países emergentes e em desenvolvimento levarão "muito mais anos" para se recuperar.

"Enfrentamos uma recuperação global que permanece 'prejudicada' pela pandemia e seu impacto. Não conseguimos seguir em frente de maneira adequada - é como andar com pedras nos sapatos", disse ela.

As pressões inflacionárias, um importante fator de risco, devem diminuir na maioria dos países em 2022, mas continuarão afetando algumas economias emergentes e em desenvolvimento, disse ela, alertando que um aumento sustentado nas expectativas de inflação poderia causar um rápido aumento nos juros e condições financeiras mais apertadas.

(Por Andrea Shalal)

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos