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G20 provavelmente estenderá a moratória da dívida para países mais pobres, disse o chefe do BM

·2 minuto de leitura
Kristalina Georgieva, diretora-gerente do FMI, em foto tirada em 4 de março de 2020

O Grupo dos 20 países mais ricos do mundo deve estender esta semana a moratória no pagamento da dívida das nações mais pobres até o final do ano, disse o presidente do Banco Mundial, David Malpass, nesta segunda-feira(5).

Os ministros das finanças do G20 se reunirão virtualmente na quarta-feira, paralelamente às reuniões de primavera do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial.

Malpass, que pediu uma extensão de um ano da Iniciativa de Suspensão do Serviço da Dívida (DSSI), disse a jornalistas que espera que o G20 concorde em continuar o acordo "até o final de 2021".

No entanto, isso incluirá "uma instrução muito clara do G20 de que é provável que seja a última e definitiva extensão", disse ele.

O programa foi implementado pela primeira vez no ano passado, após a declaração da pandemia global de covid-19, que atingiu mais duramente os países pobres.

O G20 concordou com uma extensão de seis meses em outubro, até 30 de junho de 2021.

Mas Malpass disse que os países pobres precisarão de um alívio real da dívida no longo prazo, já que mesmo com a moratória temporária, o peso da dívida em muitos casos é insustentável.

Enquanto isso, o FMI anunciou na segunda-feira uma terceira rodada de alívio do serviço da dívida para 28 dos países mais pobres do mundo, no valor de 238 milhões de dólares.

A grande maioria dos países beneficiários é da África, embora Haiti, Afeganistão, Ilhas Salomão, Nepal, Tajiquistão e Iêmen também estejam incluídos.

O alívio atual vai até 15 de outubro, mas o FMI disse que poderia fornecer outro até 13 de abril de 2022 por um valor total de cerca de 964 milhões de dólares.

O alívio do serviço da dívida sob a Garantia de Contenção e Alívio de Catástrofes (FFACC) foi lançado em abril de 2020 no início da pandemia global e cobriu 25 países por um período de seis meses.

Em outubro, ele se expandiu para 28 países e foi estendido até 13 de abril de 2021.

O Fundo FFACC fornece alívio do serviço da dívida na forma de subsídios aos países mais pobres afetados por desastres naturais ou de saúde pública.

Em março de 2020, o FMI lançou uma campanha de arrecadação de um bilhão de dólares em doações para o Fundo FFACC.

O FMI disse nesta segunda-feira que até agora conseguiu contribuições de um total de 774 milhões de dólares, incluindo da União Europeia, do Reino Unido, Japão, Alemanha, França, Holanda, Suíça, Noruega, Singapura, China, México, Filipinas, Suécia, Bulgária, Luxemburgo e Malta.

O Fundo FFACC permitiu em 2015 ajudar os três países afetados pelo ebola (Guiné, Libéria e Serra Leoa). Seu antecessor, o FFADC, permitiu eliminar o total da dívida do Haiti pendente do pagamento ao FMI depois de um terremoto devastador em 2010.

DT-ad/mr/aa/jc/ap