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FMI pede que economistas foquem trabalho no combate à pandemia

Eric Martin
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O Fundo Monetário Internacional pediu recentemente a seus economistas que reduzam pesquisas independentes e concentrem todos os recursos e orçamento da organização na missão de ajudar os países a enfrentarem os desafios da pandemia, de acordo com quatro pessoas com conhecimento da mensagem.

A diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, disse à equipe em janeiro para diminuir as pesquisas devido à grande quantidade de trabalho para auxiliar os países a combaterem a Covid-19 e seu impacto econômico, de acordo com as pessoas, que não quiseram ser identificadas.

“Nossos países membros enfrentam uma crise sem precedentes, e o FMI e sua equipe intensificaram seu trabalho de uma forma sem precedentes”, disse o porta-voz Gerry Rice em resposta por e-mail a perguntas.

“Isso tem levado a uma demanda cada vez maior, carga de trabalho e risco de esgotamento da equipe”, disse. Georgieva “sugeriu que deveríamos buscar maneiras de priorizar ainda mais nossos esforços, e mesmo enquanto mantemos a profundidade da pesquisa e do pensamento independente, que é um dos pontos fortes fundamentais do FMI. Isso ajudaria a reduzir a carga sobre a equipe e nos permitiria responder de forma ainda mais eficaz aos nossos membros.”

A diretriz veio depois do FMI, que tem mantido seu orçamento estrutural estável em termos reais há uma década, ter recebido um número recorde de pedidos de empréstimos de emergência desde março passado devido à pandemia. O FMI aprovou mais de US$ 100 bilhões em financiamento para 85 de seus 190 países membros. Georgieva mencionou publicamente como a equipe do FMI estava trabalhando mais do que nunca para lidar com a crise.

O FMI normalmente publica cerca de 300 estudos a cada ano, cobrindo uma ampla gama de tópicos teóricos e analíticos, incluindo balanço de pagamentos, questões monetárias e fiscais, liquidez global e situações econômicas nacionais e internacionais. As opiniões expressas são de responsabilidade dos autores e não representam necessariamente as opiniões do Fundo, o que levou alguns membros do conselho do FMI a questionarem sua necessidade e recomendarem à administração para que fossem reduzidos, disseram as pessoas.

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