Mercado abrirá em 1 h 45 min
  • BOVESPA

    120.705,91
    +995,88 (+0,83%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.829,31
    +80,90 (+0,17%)
     
  • PETROLEO CRU

    64,56
    +0,74 (+1,16%)
     
  • OURO

    1.835,80
    +11,80 (+0,65%)
     
  • BTC-USD

    50.804,43
    +1.836,73 (+3,75%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.410,64
    +22,74 (+1,64%)
     
  • S&P500

    4.112,50
    +49,46 (+1,22%)
     
  • DOW JONES

    34.021,45
    +433,79 (+1,29%)
     
  • FTSE

    7.009,16
    +45,83 (+0,66%)
     
  • HANG SENG

    28.027,57
    +308,90 (+1,11%)
     
  • NIKKEI

    28.084,47
    +636,46 (+2,32%)
     
  • NASDAQ

    13.239,00
    +138,75 (+1,06%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4319
    +0,0194 (+0,30%)
     

FMI pede estímulo fiscal adicional na zona do euro em 2021-2022

·1 minuto de leitura
Logotipo do Fundo Monetário Internacional

BRUXELAS (Reuters) - Os países da zona do euro deveriam fornecer estímulo fiscal adicional de 3% do PIB em 2021-2022 para impulsionar o crescimento econômico em 2% até o fim do ano que vem e reduzir os efeitos negativos da pandemia, disse o Fundo Monetário Internacional (FMI).

Em seu cenário regional para a zona do euro, o FMI disse que o impulso fiscal extra pode então ser seguido por uma consolidação mais forte assim que o excesso de capacidade tiver sido reduzido.

"Tal suporte adicional no montante de 3% do PIB em 2021-22 pode elevar a produção em cerca de 2% até o fim de 2022 e mais do que reduzir pela metade as cicatrizes de médio prazo devido aos fortes efeitos no lado da oferta", disse o FMI no relatório.

"Isso teria benefícios maiores para as famílias com baixa renda e menos efeitos colaterais do que estímulo monetário adicional. Também deixaria a inflação mais perto da meta em muitos países e ajudaria a reconstruir o espaço da política monetária", disse.

Os países da zona do euro forneceram mais de 3 trilhões de euros em estímulo fiscal nacional e esquemas de liquidez no ano passado para manter suas economias, e alguns, como a Itália, estão anunciando novas medidas de suporte, uma vez que a terceira onda da pandemia provoca novos lockdowns no bloco.

(Reportagem de Jan Strupczewski)