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FMI estuda US$ 650 bi em reservas como ajuda na pandemia

Eric Martin e Saleha Mohsin
·3 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O Fundo Monetário Internacional estuda um plano para criar até US$ 650 bilhões em ativos de reserva adicionais para ajudar economias em desenvolvimento no enfrentamento da pandemia. A meta é chegar a uma decisão final no mês que vem, de acordo com duas pessoas familiarizadas com o plano.

O conselho executivo discutiu informalmente a proposta da equipe interna nesta terça-feira. Segundo as fontes, que pediram anonimato, uma das prioridades é avaliar a quantia a ser emitida em unidades conhecidas como direitos especiais de saque (ou SDRs, sigla para special drawing rights). As atenções no momento estão focadas em uma emissão de US$ 650 bilhões, após a conversa anterior ter considerado US$ 500 bilhões.

A assessoria de imprensa do FMI não quis comentar. A diretora-gerente da instituição, Kristalina Georgieva, deve divulgar um comunicado após o encontro, segundo uma das pessoas ouvidas pela reportagem.

O ímpeto para a injeção de recursos aumentou após a secretária do Tesouro dos EUA, Janet Yellen, sinalizar apoio, revertendo a oposição que imperava no ano passado durante o governo do presidente Donald Trump. O antecessor dela, Steven Mnuchin, barrou a iniciativa em 2020, afirmando que, como as reservas são alocadas entre todos os 190 membros do FMI na proporção de sua cota, cerca de 70% dos recursos iriam para o Grupo dos 20 e apenas 3% para as nações mais pobres.

O FMI pretende anunciar formalmente a criação de reservas perto das reuniões regulares que acontecerão entre 5 e 11 de abril, informaram as fontes. No mês passado, ministros de Finanças e comandantes dos bancos centrais dos países do G-20 pediram que o fundo elaborasse uma proposta. Na semana passada, países do Grupo dos Sete declararam apoio a uma alocação considerável de recursos do FMI para aumentar as reservas dos integrantes e prover liquidez aos países vulneráveis.

Mais de 200 grupos — incluindo a organização sem fins lucrativos Jubilee USA Network, que luta pelo alívio das dívidas de países em desenvolvimento — pressionam o G-20 a apoiar a criação de US$ 3 trilhões em SDRs. O argumento é que os recursos são necessários para esses países poderem direcionar gastos para saúde e problemas sociais.

No entanto, a emissão de cerca de US$ 650 bilhões em SDRs seria mais ou menos equivalente ao máximo que os EUA podem apoiar sem aprovação do Congresso, dependendo das taxas de câmbio. O deputado republicano French Hill, do Arkansas, que integra a Comissão de Serviços Financeiros da Câmara, se opõe à emissão, que considera uma “dádiva para países ricos e regimes desonestos”, como China, Rússia e Irã.

Na terça-feira, durante uma audiência do comitê, Hill perguntou se Yellen poderia evitar que essas “ditaduras” recebessem SDRs. Ela respondeu que os países receberiam as alocações de acordo com suas participações no FMI.

Yellen também sinalizou que os países estão trabalhando em um acordo com a China para que forneça SDRs para nações pobres e que os recursos não sejam usados para “pagar empréstimos da Iniciativa do Cinturão e Rota”, se referindo ao plano do governo chinês de construir infraestrutura, incluindo usinas elétricas e ferrovias, em nações que vão do Sri Lanka à Grécia.

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