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FMI e Banco Mundial vão apresentar opção de "troca da dívida verde" até novembro, diz Georgieva

Andrea Shalal
·1 minuto de leitura
A diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva

Por Andrea Shalal

WASHINGTON (Reuters) - A troca da dívida verde pode estimular uma ação acelerada sobre a mudança climática nos países em desenvolvimento, disse nesta quinta-feira a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, prometendo apresentar uma opção para tais instrumentos até novembro.

"Quando somos confrontados por essa dupla crise --as pressões da dívida sobre os países e a crise climática, às quais muitas nações de baixa renda estão altamente vulneráveis--, faz sentido buscar esse objetivo em comum", disse Georgieva.

O Banco Mundial e o FMI estão planejando lançar uma plataforma para assessorar os países mais pobres sobre o financiamento de atividades climáticas e de conservação, em meio a um impulso mais amplo que poderia vincular esses gastos ao alívio da dívida, informou a Reuters na quarta-feira, citando um documento preliminar.

As duas instituições também informaram em documento publicado nesta semana que estão desenvolvendo uma "estrutura organizacional" para unir o alívio da dívida aos planos dos países de investir em desenvolvimento sustentável, resiliente e inclusivo --iniciativa conhecida pelo acrônimo Grid.

Georgieva confirmou que o FMI trabalhará com o Banco Mundial, ressaltando que a pandemia de Covid-19 evidenciou as restrições orçamentárias e os desafios da dívida, as quais dificultam a capacidade de alguns países de fazer transição para uma energia limpa, proteger a vida selvagem ou realizar mudanças na infraestrutura para se preparar para os impactos climáticos.