Mercado fechado
  • BOVESPA

    109.717,94
    -517,82 (-0,47%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.445,22
    +637,01 (+1,33%)
     
  • PETROLEO CRU

    94,25
    +2,32 (+2,52%)
     
  • OURO

    1.802,70
    -11,00 (-0,61%)
     
  • BTC-USD

    24.097,01
    +409,71 (+1,73%)
     
  • CMC Crypto 200

    570,96
    -3,79 (-0,66%)
     
  • S&P500

    4.207,27
    -2,97 (-0,07%)
     
  • DOW JONES

    33.336,67
    +27,16 (+0,08%)
     
  • FTSE

    7.465,91
    -41,20 (-0,55%)
     
  • HANG SENG

    20.082,43
    +471,59 (+2,40%)
     
  • NIKKEI

    27.819,33
    -180,63 (-0,65%)
     
  • NASDAQ

    13.335,25
    -56,75 (-0,42%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,3229
    +0,0765 (+1,46%)
     

FMI diz que negociações de empréstimo com a Tunísia continuarão nas próximas semanas

Logotipo do FMI do lado de fora da sede da instituição em Washington

TUNES (Reuters) - O Fundo Monetário Internacional (FMI) disse que suas negociações com as autoridades tunisianas para um acordo sobre um pacote de resgate continuarão "nas próximas semanas", à medida que o governo tenta evitar um colapso nas finanças públicas.

O FMI disse ter feito "bom progresso" nas negociações com as autoridades sobre um pacote de reformas que o governo está propondo como parte do acordo geral.

Autoridades tunisianas haviam indicado que esperavam chegar a um acerto mais cedo neste ano para tentar garantir 4 bilhões de dólares em assistência financeira.

Os esforços da Tunísia para garantir o apoio do FMI foram adiados por meses devido à turbulência política em Tunes, depois que o presidente Kais Saied tomou o controle do governo e do Parlamento no verão passado (no Hemisfério Norte).

Na próxima semana, Saied realizará um referendo a respeito da proposta de uma nova constituição que formalizará os poderes ampliados assumidos por ele, embora a maioria dos partidos políticos tenha rejeitado a medida.

A Tunísia propôs cortes na massa salarial do setor público, em subsídios e em custos de manutenção de empresas estatais deficitárias.

"As autoridades estão fazendo progressos importantes em sua agenda econômica. Agora é fundamental acelerar a implementação dessa agenda", disse o Fundo. "A ampla adesão será essencial."

O FMI já havia indicado que quaisquer reformas incluídas no acordo precisariam do apoio do poderoso sindicato UGTT, que provou ser capaz de paralisar a economia com greves.

No entanto, o sindicato rejeitou as reformas propostas pelo governo até agora e, no mês passado, realizou uma greve dos trabalhadores do setor público reagindo à decisão de Saied de não envolvê-lo na formulação da política econômica.

(Reportagem de Angus McDowall)

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos