Mercado fechado
  • BOVESPA

    129.441,03
    -635,14 (-0,49%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.286,46
    +400,13 (+0,79%)
     
  • PETROLEO CRU

    70,78
    +0,49 (+0,70%)
     
  • OURO

    1.879,50
    -16,90 (-0,89%)
     
  • BTC-USD

    35.058,47
    -205,69 (-0,58%)
     
  • CMC Crypto 200

    924,19
    -17,62 (-1,87%)
     
  • S&P500

    4.247,44
    +8,26 (+0,19%)
     
  • DOW JONES

    34.479,60
    +13,36 (+0,04%)
     
  • FTSE

    7.134,06
    +45,88 (+0,65%)
     
  • HANG SENG

    28.842,13
    +103,25 (+0,36%)
     
  • NIKKEI

    28.948,73
    -9,83 (-0,03%)
     
  • NASDAQ

    13.992,75
    +33,00 (+0,24%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1926
    +0,0391 (+0,64%)
     

FMI destaca gestão do Uruguai na pandemia e prevê crescimento de 3% em 2021

·1 minuto de leitura
O FMI apontou, no entanto, a necessidade de que o Uruguai responda o quanto antes aos desequilíbrios macroeconômicos pendentes

O Fundo Monetário Internacional (FMI) destacou nesta terça-feira a resposta do Uruguai à pandemia e estimou um crescimento daquele país próximo de 3% em 2021, após uma contração de 5,9% no ano passado.

O Uruguai, país de 3,4 milhões de habitantes, teve uma gestão eficaz da crise sanitária, com um ritmo de vacinação "digno de elogio e um enfoque adequado" da política fiscal, destacou o Fundo. "Embora os casos de Covid-19 se mantenham elevados, espera-se que a recuperação ganhe velocidade no segundo semestre, impulsionada por condições externas favoráveis e pela campanha rápida de vacinação."

O FMI apontou, no entanto, a necessidade de que o Uruguai responda o quanto antes aos desequilíbrios macroeconômicos pendentes. "Os desafios que o país enfrenta são de longa data e foram amplificados pela pandemia", ressalta o relatório elaborado por técnicos do Fundo. "À medida que a economia se recupere da crise de saúde, as autoridades devem dar passos decisivos para completar a implementação das reformas previstas."

O Fundo lembrou que, após uma década de "crescimento vigoroso", concluída em 2014-15, as finanças públicas do Uruguai se tornaram mais frágeis, deixando o crescimento "anêmico". A instituição citou "a falta de dinamismo no mercado de trabalho, o investimento escasso e preocupações envolvendo a competitividade econômica".

O FMI pediu ao Uruguai o controle da inflação e que a dolarização continue sendo reduzida. Além disso, incentivou a continuação da reforma das estatais, bem como o aumento "da participação feminina na força de trabalho" e uma melhora "dos resultados da educação".

ad/yow/lb