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FMI aprova empréstimo de US$ 2,5 bilhões e alívio da dívida para o Sudão

·2 minuto de leitura
Fazendeiros sudaneses exibem uma amostra de sua colheita de amendoim perto de Ardashiva, ao sul de Cartum, em 8 de agosto de 2020

O Fundo Monetário Internacional (FMI) aprovou nesta terça-feira (29) um empréstimo de 2,5 bilhões de dólares para o Sudão e, juntamente com o Banco Mundial, fechou um acordo histórico que permite um alívio de quase 50 bilhões de dólares da dívida da empobrecida nação africana.

O anúncio ocorreu depois que o FMI concluiu um acordo com 101 países doadores que permite ao Sudão saldar os atrasos de aproximadamente 1,4 bilhão de dólares com a instituição sediada em Washington, o obstáculo-chave para permitir o acesso à nova ajuda.

"Cumprimentamos o governo e o povo sudanês por seu louvável trabalho e pelos progressos realizados para alcançar este marco notável", disseram em uma declaração conjunta a diretora do FMI, Kristalina Georgieva, e o presidente do Banco Mundial, David Malpass.

O pagamento dos atrasos permite acessar o alívio da dívida no âmbito da Iniciativa para os Países Pobres Muito Endividados (PPME), que, segundo afirmaram, cobrirá 50 bilhões de dólares, ou seja, aproximadamente 90% da dívida externa do país.

O Sudão vai receber imediatamente 1,4 bilhão de dólares no âmbito do programa de empréstimos de 39 meses do FMI.

Washington recebeu com satisfação o anúncio de que o Sudão pode receber agora um alívio da dívida por parte das instituições internacionais de crédito.

"Este é um momento histórico para o Sudão e seu povo", disse a secretária do Tesouro americana, Janet Yellen, em um comunicado.

"Estes passos vão desbloquear um financiamento muito necessário e vão ajudar a estabelecer as bases para a redução da pobreza, o desenvolvimento inclusivo e o crescimento econômico".

Yellen também elogiou os esforços do governo civil sudanês de estabilizar a economia.

O Tesouro americano anunciou em março um financiamento ponte de 1,15 bilhão de dólares para ajudar a liquidar os atrasos do Sudão no Banco Mundial, depois que o governo civil de Cartum anunciou uma série de reformas.

Os Estados Unidos também se comprometeram a aportar até 120 milhões de dólares em recursos de doação para financiar o alívio da dívida do FMI para o Sudão no âmbito da primeira fase da iniciativa HIPC.

A ajuda faz parte de uma aproximação entre os Estados Unidos e o Sudão após a destituição do homem forte daquele país, Omar al Bashir, que foi deposto em meio a protestos de rua em abril de 2019.

hs/gma/lda/mvv

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