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FMI alerta para "recuperações divergentes" após pandemia

·2 minuto de leitura
Esta foto de arquivo mostra a fachada do FMI, em 15 de abril de 2020

O Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou nesta quinta-feira (25) que pode haver "recuperações divergentes" após a crise causada pela pandemia, o que pode deixar "atrasos" para muitos países e pessoas.

"Estamos vendo uma melhora geral para a economia global, mas muitos países e pessoas - muitas - ainda estão ficando para trás", disse o porta-voz da entidade, Gerry Rice, em uma coletiva de imprensa virtual.

"No passado, descrevemos recuperações divergentes e os países estão em níveis muito diferentes e acho que ainda estamos vendo esse quadro geral", acrescentou.

O FMI planeja atualizar suas projeções para a economia global antes de sua reunião semestral em 6 de abril, depois que seu último relatório em janeiro melhorou a perspectiva de crescimento global de 5,5%, após a projeção de 5,2% em outubro.

Essa melhora nas perspectivas foi influenciada pelo avanço dos planos de vacinação e os massivos planos de estímulo implementados por vários governos, mas o FMI já alertava para a possibilidade de um crescimento desigual.

Rice deu a entender que o Fundo iria melhorar as projeções novamente, depois que o governo de Joe Biden pressionou pela aprovação no Congresso de um enorme plano de estímulo de US$ 1,9 trilhão, que vai ter repercussões positivas em todo o mundo.

Quando questionado sobre o projeto do governo Biden de lançar um grande plano de infraestrutura de US$ 3 trilhões, o funcionário indicou que é "prematuro" analisar quais efeitos isso poderia ter e que risco poderia acarretar, dado que a dívida do país está em níveis recordes.

Rice indicou que o FMI é favorável aos investimentos em “infraestruturas verdes”, como propõe o plano de Biden, que visa a criação de empregos e o combate às alterações climáticas.

“Um esforço nesse sentido - feito de forma coordenada entre os países - seria muito útil para a economia mundial e para se recuperar da pandemia em termos de empregos”, afirmou.

an/mr/ap