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Flip 2021, em edição dedicada às plantas, começa com cerimônia indígena

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***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 30.03.2019 - Cristiane Takua, professora da escola indígena da aldeia Rio Silveira, em Bertioga-SP. (Foto: Greg Salibian/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 30.03.2019 - Cristiane Takua, professora da escola indígena da aldeia Rio Silveira, em Bertioga-SP. (Foto: Greg Salibian/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um dos principais eventos literários do ano, a Festa Literária Internacional de Paraty começa neste sábado (27), sua segunda edição virtual consecutiva, por força das restrições sanitárias da pandemia.

A abertura da programação traz o líder indígena Carlos Papá e a educadora Cristine Takuá conduzindo uma cerimônia guarani às 16h.

A festa traz ao centro o conceito de "Nhe'éry", termo que literalmente significa "onde as almas se banham" e é usado pelo povo guarani para designar a mata atlântica, bioma em meio ao qual está a cidade de Paraty.

Ainda neste sábado, às 18h, o botânico italiano Stefano Mancuso, que publicou "A Planta do Mundo" e "A Revolução das Plantas" pela editora Ubu, conversa com Evando Nascimento, um dos curadores do evento, que é pioneiro na pesquisa sobre literatura pelo viés das plantas e acaba de lançar pela Record "O Pensamento Vegetal".

Pela primeira vez na história, a organização da Flip elegeu um tema geral para a festa em vez de um autor homenageado. A programação toda gira em torno da relação da literatura com as plantas e a floresta.

As 19 mesas da programação, que se estendem por nove dias seguidos até 5 de dezembro, poderão ser vistas gratuitamente pelo canal do YouTube da Flip.

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