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Flávio Bolsonaro e sócio vendem loja de chocolates, suspeita de ser usada para lavagem de dinheiro

·2 minuto de leitura
FILE - In this Oct. 22, 2019 file photo, Brazilian Senator Flavio Bolsonaro, son of the nation's president, attends the final voting session on pension reform at the Senate in Brasilia, Brazil. Sen. Bolsonaro, on Thursday, Dec. 19, 2019, accused "ill-intentioned" prosecutors of persecuting his family, one day after they searched a chocolate shop he co-owns as part of an investigation into allegedly suspicious financial movements. (AP Photo/Eraldo Peres, File)
Senador Flávio Bolsonaro é investigado pela prática de rachadinha quando era deputado estadual pelo Rio de Janeiro (Foto: AP Photo/Eraldo Peres, File)

O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) entregou a loja de chocolates da qual era dono, junto com o sócio Alexandre Santini. A informação é do jornal O Estado de S. Paulo. O estabelecimento ficava em um shopping na zona oeste do Rio de Janeiro e era alvo de investigação do Ministério Público.

A loja era uma franquia da Kopenhagen e foi citada em investigações contra o filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A suspeita da Promotoria é de que Flávio usava o estabelecimento para lavar o dinheiro desviado no esquema de rachadinha, quando era deputado estadual pelo Rio de Janeiro.

Em novembro de 2020, Flávio Bolsonaro foi denunciado por contratar funcionários fantasmas, que eram obrigados a devolver os salários recebidos. O operador do esquema era o ex-assessor Fabrício Queiroz.

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Segundo informações do Estadão, o Ministério Público do Rio de Janeiro teria concluído que Flávio e a esposa, Fernanda Bolsonaro, não tinham o capital necessário, de forma oficial, para comprar e operar a franquia. Por isso, Santini teria entrado no esquema como laranja.

Um dos principais indícios de que havia ilegalidades na operação da loja de chocolates foram os balanços. A contabilidade não refletia, por exemplo, o aumento de ventas no período que antecede a Páscoa. Dessa forma, o MP-RJ concluiu que o empreendimento tinha a “finalidade de acobertar a inserção de recursos decorrente do esquema de rachadinhas da Alerj no patrimônio de Flávio Bolsonaro sem levantar suspeitas”.

Atualmente, a loja está fechada e é controlada pelo grupo dono da Kopenhagen, a CRM. Segundo o Estadão, a assessoria de Flávio não respondeu ao ser questionada sobre o motivo da venda.