Mercado abrirá em 4 h 48 min
  • BOVESPA

    119.297,13
    +485,13 (+0,41%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    47.503,71
    +151,51 (+0,32%)
     
  • PETROLEO CRU

    60,97
    +0,79 (+1,31%)
     
  • OURO

    1.745,60
    -2,00 (-0,11%)
     
  • BTC-USD

    64.618,52
    +3.705,77 (+6,08%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.397,19
    +103,20 (+7,98%)
     
  • S&P500

    4.141,59
    +13,60 (+0,33%)
     
  • DOW JONES

    33.677,27
    -68,13 (-0,20%)
     
  • FTSE

    6.895,26
    +4,77 (+0,07%)
     
  • HANG SENG

    28.842,55
    +345,30 (+1,21%)
     
  • NIKKEI

    29.620,99
    +82,29 (+0,28%)
     
  • NASDAQ

    13.978,00
    +2,25 (+0,02%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,8422
    +0,0110 (+0,16%)
     

Flamengo x Palmeiras: CBF aposta em recurso e manutenção da Supercopa em Brasília

Diogo Dantas e Igor Siqueira
·2 minuto de leitura

Apesar da decisão desta quinta-feira que determina o retorno do lockdown em Brasília e, consequentemente, veta eventos esportivos, a CBF confia em uma reviravolta na Justiça a partir do recurso do governo do Distrito Federal para manter o local da Supercopa do Brasil. O jogo entre Flamengo e Palmeiras está marcado para domingo, no Mané Garrincha.

A entidade ainda evita falar em plano B, apesar da proximidade da data da partida. A programação, inclusive, prevê que as delegações dos times cheguem à capital federal nesta sexta-feira.

Tanto Flamengo quanto Palmeiras já estão cientes da movimentação das autoridades locais para mudar o cenário desenhado no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) e permitir o futebol.

A Conmebol também observa a movimentação, já que Brasília foi o local escolhido para o Santos x San Lorenzo, pela Libertadores, e Palmeiras x Defensa y Justicia, pela Recopa. Brasília serviu como válvula de escape para essas partidas diante do veto ao futebol em São Paulo.

Ter certeza em relação aos três jogos envolve não só a logística dos times envolvidos, mas também o preparo e envelopagem do Mané Garrincha.

Se em condições normais, sem pandemia, as federações estaduais fariam fila para receber a Supercopa do Brasil, o cenário atual não é simples. Dirigentes estão reticentes em acrescentar mais um jogo à agenda de cada estado, sob o temor de gerar mais desgaste com as autoridades locais em um momento no qual a disseminação do coronavírus e o número de mortes no país atingem nível recorde.

Até esta quarta-feira, o Distrito Federal registrava índice de ocupação de leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) na rede pública em 98%. Na rede privada, 98,12%.

Pela presença do Flamengo, trazer eventualmente o jogo para o Rio também não passa pelos planos. Minas Gerais chegou a conversar com alguns clubes para partidas de outros torneios, como Copa do Brasil e Paulistão, mas não avançou em relação à Supercopa. Em Salvador, o principal estádio, a Arena Fonte Nova, funciona como hospital de campanha. O Bahia tem mandado jogos em Pituaçu.