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Flamengo: 'Só Deus sabe a pressão que segurei para não demitir o Rogério Ceni', confessa Marcos Braz

Diogo Dantas
·1 minuto de leitura

Quando o Flamengo montou o time de 2019 e colheu os melhores resultados das últimas décadas, colocou para si mesmo um desafio: manter a hegemonia de conquistas no Brasil e na América do Sul, para alçar voos mais altos e voltar a ser campeão do mundo. O título brasileiro de 2020, primeiro após a pandemia, mantém o sarrafo alto, mas a diretoria sabe que a tarefa é árdua para seguir no topo. As principais metas de 2021 são conservar o bom elenco e segurar o trabalho da comissão técnica diante de um cenário com menos receita e ainda sem público.

— Só Deus sabe a pressão que eu segurei para não demitir o Rogério Ceni — admitiu o vice de futebol Marcos Braz ao EXTRA logo após o terceiro título brasileiro do clube no currículo.

— O maior mérito foi manter os principais jogadores — aponta o dirigente, sobre a campanha da conquista de 2020.

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