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Flamengo busca arrancada inspirado em 2009 e tem missão menos complicada pelo título

Diogo Dantas
·3 minuto de leitura
Foto: Dia Esportivo / Agência O Globo

Atual campeão brasileiro, o Flamengo está longe de igualar a campanha do ano passado, quando levou o título com quatro rodadas de antecedência. O cenário atual se assemelha mesmo à caminhada do hexa em 2009. A jornada é até menos complicada. Sobretudo se a equipe de Rogério Ceni vencer o Athletico, neste domingo, 16h, em Curitiba.

Com 55 pontos, o Rubro-Negro tem oito jogos para tirar a diferença para os líderes. A esta altura do campeonato, ao fim da 32 ª rodada, há 12 anos, a desvantagem era de seis pontos. O rival na ocasião era o Palmeiras. Com cinco vitórias e um empate nas últimas seis rodadas, o Flamengo foi campeão apenas no último jogo — venceu o Grêmio tirando o título justamente do Internacional e do São Paulo, dois dos principais rivais na briga pela taça hoje.

Na atual temporada, a promessa é de disputa palmo a palmo até o fim também. Nesse sentido, embalar uma sequência de resultados positivos é essencial. Até porque o Flamengo tem os mesmos adversários que o Colorado até a última rodada. Além do time paranaense, pega Grêmio, Sport, Vasco, Corinthians e Bragantino. Além, é claro, de um confronto direto, na penúltima rodada.

Curiosamente, foi apenas na rodada 37 que o Flamengo assumiu o topo da tabela em 2009. Como possui um jogo a menos desta vez, tal feito pode acontecer antes.

—Temos tudo para lutar pelo octacampeonato — avisou Ceni, que é ídolo do São Paulo e não teve cerimônia em falar em oitavo título brasileiro.

Como se sabe, o clube paulista reivindica a “Taça das Bolinhas” por desconsiderar o Flamengo como campeão brasileiro de 1987 — a CBF considera o Sport como o campeão nacional daquele ano.

Rivalidade no Sul

Por falar em rivalidade, o Flamengo volta à Arena da Baixada pelo Brasileiro depois de quebrar um tabu de 45 anos em 2019. O clube carioca não vencia o Athletico em Curitiba pelo torneio desde abril de 1974, no Estádio Belford Duarte, o antigo Couto Pereira. Depois dessa vitória de 2 a 0, as duas equipes fizeram a final da Supercopa do Brasil, vencida por 3 a 0 pelo Flamengo, em Brasília. Esse ano, o rubro-negro também eliminou os paranaenses na Copa do Brasil, mas caiu para o São Paulo nas quartas.

O Flamengo vai para a tentativa de arrancada com alguns desfalques na defesa e no ataque. O principal é o zagueiro Rodrigo Caio, que se machucou no último jogo contra o Palmeiras. Os exames do atleta constataram lesão no adutor da coxa direita, e a presença na sequência do Brasileiro é incerta. O técnico Rogério Ceni pode usar mais uma vez Willian Arão improvisado ou montar a defesa com Gustavo Henrique ao lado de Léo Pereira ou Natan.

Diego Alves também segue sendo desfalque para o time devido a um problema na coxa direita. De acordo com o clube, ele está em “processo gradual de recuperação” e retornará ao time quando estiver 100%, o que já o deixou de fora por seis partidas .

Rogério Ceni também não poderá contar com Bruno Henrique e Renê. Ambos receberam o terceiro cartão amarelo na vitória sobre o Palmeiras, por 2 a 0, no meio de semana, e estão suspensos. Para o lugar de Renê no banco de reservas, Ceni optou por convocar Ramon. Mas Filipe Luís vai para o jogo. A delegação rubro-negra foi de Brasília para Curitiba ontem depois do último treino na capital federal. Rogério Ceni não deu pistas sobre a escalação.

Ceni só tem batido o martelo sobre os 11 iniciais no dia dos jogos. Ao longo da semana, demorou para confirmar que Arão seria improvisado na zaga. O técnico indicou que não faria isso contra o Athletico. Para a ausência de Bruno Henrique, também deu a entender que Pedro não entraria para atuar ao lado de Gabigol. Portanto, Vitinho e até Pepê são os mais prováveis.