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Flávio representa contra Kajuru no Conselho de Ética por gravar Bolsonaro: 'Conduta baixa e imoral'

Paulo Cappelli
·2 minuto de leitura

BRASÍLIA — O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) apresentou nesta segunda-feira uma representação contra o senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) no Conselho de Ética do Senado, após o parlamentar eleito por Goiás tornar pública uma conversa que teve ao telefone com o presidente Jair Bolsonaro. Flávio argumentou que a divulgação causa "instabilidade institucional". Alegando 'nvasão de competência, o senador também criticou a decisão do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, que determinou a instalação da CPI da Pandemia, que, segundo Flávio, 'investiga apenas o presidente'.

— Acabo de protocolar uma representação contra o senador Jorge Kajuru pela sua conduta imoral, baixa, antiética de gravar o presidente da República sem o seu consentimento. E pior: sem nenhuma justa causa, sem nenhuma razão que o levasse a fazer isso. Ainda dá publicidade ao teor dessa conversa — disse o Flávio Bolsonaro, em versão oposta à apresentada por Kajuru, que alega ter recebido o aval do presidente para a divulgação do diálogo.

Na representação, cuja protocolação foi antecipada pela colunista Bela Megale, Flávio afirma que Kajuru promoveu "gravação clandestina" para "angariar dividendos políticos".

— Além de infringir preceito constitucional básico do sigilo das comunicações e de jogar ainda mais desconfiança entre os poderes, causa mais instabilidade institucional, tendo em vista que muito recentemente o ministro Barroso deu decisão monocrática impondo ao Senado instauração de CPI que investiga apenas o presidente da República, ignorando a possível responsabilidade de governadores e prefeitos — continuou o senador.

— Tenho certeza que o espírito democrático e o respeito à Constituição prevalecerão, tanto no Senado Federal quanto no Supremo Tribunal Federal, que vai analisar essa decisão do ministro Barroso, que, no meu ponto de vista, é sim invasão de competência e interferência de um poder sobre outro numa questão que diz respeito apenas ao Senado Federal — concluiu Flávio Bolsonaro.