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Firefox vai separar abas em processos únicos para ficar mais ágil e seguro

·2 minuto de leitura

O Firefox está prestes a receber uma atualização que fará as coisas parecem diferentes, mas o visual não dever ser a única novidade do navegador. Atualmente, o browser testa um novo modelo de arquitetura que dá a cada aba um processo único dentro do sistema operacional.

Se isso soou familiar, a sensação está certa: o Chrome também é regido por um sistema extremamente semelhante, mas com uma abordagem proprietária do Google e, obviamente, aperfeiçoada desde a implementação feita há alguns anos. Atualmente, quando o Firefox é iniciado, o software chama processos pai e, dentro deles, separa o carregamento dos elementos e recursos da página web, criando uma espécie de "sopa de tarefas" dentro de cada processo.

Ataques sofisticados podem se aproveitar do modelo atual para interceptar informações (Imagem: Reprodução/Mozilla)
Ataques sofisticados podem se aproveitar do modelo atual para interceptar informações (Imagem: Reprodução/Mozilla)

No Chrome, o processo chamado de Site Isolation soluciona essa confusão e separa cada guia em um processo exclusivo dentro do SO, como se cada uma delas fosse um software diferente. A principal vantagem ao adotar essa arquitetura é evitar que o navegador congele por inteiro se apenas uma página apresentar problemas, oferecendo, inclusive, um meio para interromper o carregamento prolongado sem atrapalhar nas demais tarefas.

Segurança, estabilidade e mais performance

Por outro lado, esse método também traz vantagens em segurança. Ao isolar as páginas no sistema operacional, a própria arquitetura evita ataques que tentam interceptar informações de páginas alheias, tornando esse processo muito mais difícil.

Se um script malicioso, por exemplo, tenta acessar a memória compartilhada ou formulários de uma guia vizinha, ele terá mais dificuldade para concluir essa tarefa, diferente do que seria se estivessem aglomeradas sob um mesmo processo pai. Em termos práticos, um site infectado não poderia interceptar senhas de um e-mail que estivesse aberto em paralelo ou observar sua atividade em outros sites.

Isolados em processos diferentes, o atacante tem mais dificuldade em interceptar dados (Imagem: Reprodução/Mozilla)
Isolados em processos diferentes, o atacante tem mais dificuldade em interceptar dados (Imagem: Reprodução/Mozilla)

Além da estabilidade e segurança, distinguir guias pode facilitar o trabalho de processadores com múltiplos núcleos — o que significa que o navegador rodará melhor. Separar abas abre caminho para mecanismos de otimização mais profundos, baseados na atividade em tempo real de cada das páginas — como colocá-las em suspensão se não utilizadas por longos períodos e gerenciar melhor a distribuição de memória RAM.

O isolamento de guias pode ser experimentado nos canais de testes do Firefox. Na versão Nightly, o recurso pode ser habilitado ao ativar o recurso “Fission” encontrado no endereço about:preferences#experimental.

Não se sabe, porém, se o recurso chegará para o público geral em breve, tampouco se será replicado no browser para celular. Há a possibilidade de ser um dos recursos de estreia do tão aguardado Firefox Proton, marcado para 1° de junho, mas não há informações oficiais a respeito.

Fonte: Canaltech

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