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Fiocruz vai testar meia dose da vacina na hora do reforço contra a covid

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Experimento no Brasil deve testar doses menores para o reforço da vacina contra a covid-19, o que pode baratear os custos da campanha de imunização. Os testes vão ocorrer na cidade de Campo Grande e são coordenados pelo Instituto Sabin de Vacinas e pela Fiocruz Mato Grosso do Sul.

Segundo os cientistas envolvidos, a ideia do estudo é entender se a meia dose da vacina pode oferecer a mesma resposta imunológica que a dose completa do reforço. Além disso, outro ponto interessante será observar se os efeitos adversos da fórmula se tornam menos comuns. Além do Brasil, testes similares serão feitos no Paquistão, através do Sabin.

Na hora do reforço, a Fiocruz vai testar meia dose da vacina contra a covid-19 em 1,4 mil brasileiros (Imagem: Wavebreakmedia/Envato Elements)
Na hora do reforço, a Fiocruz vai testar meia dose da vacina contra a covid-19 em 1,4 mil brasileiros (Imagem: Wavebreakmedia/Envato Elements)

Na história das vacinas, a redução das doses não é novidade. Por exemplo, a Organização Mundial de Saúde (OMS) já chegou a recomendar o fracionamento das vacinas para ampliar a campanha de vacinação contra a poliomielite (pólio) e a febre amarela, diante de um cenário de escassez. Hoje, ampliar o acesso à vacina contra covid-19 ainda é um desafio, especialmente em países com menor renda.

Como serão os testes com a dose menor da vacina?

No estudo sobre a dose ideal para o reforço, os pesquisadores da Fiocruz irão selecionar 1,4 mil voluntários em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e a Secretaria Municipal de Saúde de Campo Grande.

Os participantes serão acompanhados por seis meses e receberão uma das cinco doses e fórmulas que serão avaliadas pelo estudo:

  • Dose completa da vacina da Pfizer;

  • Meia dose da Pfizer;

  • Dose cheia da AstraZeneca;

  • Meia dose da AstraZeneca;

  • Dose completa da CoronaVac.

Para buscar possíveis voluntários, a equipe de saúde do município fará uma busca ativa por pessoas que ainda não tomaram a dose de reforço, especialmente nas áreas com menor cobertura vacinal, explica Julio Croda, pesquisador da Fiocruz Mato Grosso Sul, em comunicado.

O cientista também comenta que a participação na pesquisa envolve quatro momentos, onde será possível medir a resposta imunológica de cada inscrito:

  • Etapa da inclusão no estudo: a pessoa recebe o reforço vacinal, sem saber qual dose ou fórmula foi aplicada. Uma amostra de sangue é recolhida;

  • Primeira avaliação: após 28 dias, o imunizado passará por nova coleta de sangue;

  • Segunda avaliação: após três meses, uma nova amostra será colhida;

  • Última avaliação: após seis meses, a última amostra do voluntários será coletada.

Pode mudar a dose?

“No desenvolvimento das vacinas, a dose é determinada logo nos estágios iniciais, equilibrando-se a eficácia com os possíveis efeitos colaterais, até chegar a uma dose eficaz com mínimo possível de efeitos colaterais”, afirma Denise Garrett, vice-presidente de Epidemiologia Aplicada do Instituto Sabin de Vacinas.

“Com a pandemia [da covid-19], houve uma pressão muito grande por um imunizante que fosse eficaz. Estávamos numa situação em que não poderíamos correr o risco de falhar. Mas estamos num momento agora em que temos a oportunidade de otimizar essa dose”, explica Garret sobre a possibilidade de redução nas doses, mantendo a mesma efetividade.

Fonte: Canaltech

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