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Fiocruz lança luz sobre taxa de suicídios no Brasil na primeira onda de covid-19

·2 min de leitura

Em novo estudo, cientistas da Fiocruz analisaram a taxa de suicídios no Brasil durante a primeira onda de covid-19, em 2020. Para isso, utilizou-se dos dados oficiais de mortalidade disponibilizados pelo Ministério da Saúde. O artigo destaca um aumento significativo nas regiões Norte e Nordeste e foi aceito para publicação no International Journal of Social Psychiatry.

Segundo os pesquisadores, o excesso de suicídios pôde ser observado em homens com 60 anos e mais e em mulheres de 30 a 59 anos da região Norte. O padrão também foi observado nas mulheres com 60 anos ou mais do Nordeste.

O artigo aponta que, apesar da diminuição geral (13%) na taxa de suicídios no Brasil no período avaliado, houve um excesso substancial de suicídios em diferentes faixas etárias e sexos das regiões Norte e Nordeste do país, o que os autores descrevem como "um problema de saúde pública mundialmente disseminado" e importante causa de morte prematura na América Latina.

Os cientistas por trás do estudo observam que taxas de suicídios têm sido associadas a fatores biológicos (como sexo ou idade), fatores sociais e transtornos mentais, como ansiedade e depressão. De acordo com eles, esse tipo de questão deve ser levantada em estudos sobre suicídio, principalmente no que diz respeito apaíses em desenvolvimento com grandes desigualdades regionais e econômicas.

Fiocruz lança luz sobre taxa de suicídios no Brasil na primeira onda de covid-19 (Imagem: McKinsey/Rawpixel)
Fiocruz lança luz sobre taxa de suicídios no Brasil na primeira onda de covid-19 (Imagem: McKinsey/Rawpixel)

Os resultados do estudo se voltam para a necessidade de se compreender atual crise sanitária de forma mais ampla ou como um fenômeno decorrente da interação entre a covid-19 e os demais desafios sanitários existentes, além da possibilidade de efeitos indiretos ainda mais fortes sobre os suicídios a partir de 2021, uma vez que o número de mortes por covid-19 foi ainda mais severo na época.

A ideia dos pesquisadores é que o estudo possa contribuir para o planejamento de ações voltadas para mitigar os efeitos pandêmicos e para a melhoria dos sistemas de informação sobre mortalidade em regiões vulneráveis.

Estudos anteriores deixaram bem claro o possível impacto da pandemia na saúde mental da população, uma vez que muitas atividades tiveram de ser cessadas, especialmente as que envolvem relacionamento humano, e desde o início da luta contra a covid-19 os especialistas questionam como estará nossa saúde mental quando a pandemia tiver acabado.

Fonte: Canaltech

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