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Fiocruz espera receber 2 milhões de doses da AstraZeneca na próxima semana

Nathan Vieira
·2 minuto de leitura

No momento, há dois imunizantes sendo aplicados no nosso país: CoronaVac, desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac, e AZD1222, da Oxford/AstraZeneca, distribuída pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). A Fiocruz anunciou que deve receber até o fim da próxima semana mais 2 milhões de doses da vacina da AstraZeneca.

Basicamente, Fiocruz fará apenas a rotulagem — uma vez que o material já vem pronto para ser aplicado, foi produzido pelo Instituto Serum, da Índia — para distribuição pelo Programa Nacional de Imunizações. Mais 8 milhões de doses estão previstas pelo acordo com os parceiros AstraZeneca e Instituto Serum, mas ainda não há data prevista para o recebimento. Em janeiro deste ano, a Fiocruz já havia recebido 2 milhões de doses da vacina.

A estratégia de receber doses prontas é uma iniciativa paralela à produção própria feita pela Fiocruz, a partir da importação do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA). Vale lembrar que no início do mês, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estimou que o Brasil receberá 10,6 milhões de doses da vacina ainda no primeiro semestre de 2021, através da aliança intitulada Covax Facility, que tem a premissa de ajudar países em desenvolvimento a ter acesso a vacinas contra a COVID-19.

Vacina de Oxford/AstraZeneca

Fiocruz espera receber 2 milhões de doses da AZD1222, vacina produzida pela Universidade de Oxford e pela AstraZeneca, na próxima semana(Imagem: Thirdman/Pexels)
Fiocruz espera receber 2 milhões de doses da AZD1222, vacina produzida pela Universidade de Oxford e pela AstraZeneca, na próxima semana(Imagem: Thirdman/Pexels)

A AZD1222 utiliza um vírus inativado, o Adenovírus, como vetor de parte do material genético do SARS-CoV-2, que produz a proteína que gera a resposta imune. A estimativa é que sejam entregues, até o final de março, 15 milhões de doses da vacina para o Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde. Até julho, o número de doses deve chegar a 100,4 milhões.

A eficácia da vacina foi de 70,4%. Em novembro, a biofarmacêutica precisou esclarecer isso, porque deixou a entender que a eficácia era de 90%. Isso porque um grupo de voluntários que recebeu uma dose menor parece ter obtido uma proteção melhor do que aqueles que receberam a aplicação de duas doses inteiras. No grupo com as doses menores, de acordo com a AstraZeneca, a eficácia foi de 90%, enquanto o outro grupo que recebeu a vacina completa a potência foi de apenas 62%.

Essa taxa de eficácia de 70% quer dizer que uma pessoa vacinada possui 70,4% menos chances de contrair doença causada pelo vírus SARS-CoV-2 comparado a uma pessoa que não recebe a vacina. Por exemplo, considerando que uma cidade de 1 milhão de habitantes terá 100 mil casos de COVID-19, caso toda a população seja imunizada, a vacina irá prevenir 70 mil desses casos. Nesta matéria especial, explicamos como funciona a taxa de eficácia das vacinas e como ela é calculada.

Fonte: Canaltech

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