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Fiocruz adia pedido de registro de vacina para a Anvisa

Nathan Vieira
·2 minuto de leitura

Em meio às vacinas contra a COVID-19 que estão sendo desenvolvidas, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) está em uma parceria biofarmacêutica AstraZeneca (e, por sua vez, com a Universidade de Oxford). No entanto, a instituição adiou mais uma vez o pedido de registro da vacina para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

"O pedido definitivo deve ser feito na semana que vem para a Anvisa", consta na nota. Antes, a previsão era que a documentação fosse enviada em 15 de janeiro. A nova data foi estipulada para até o fim da semana passada e, agora, o prazo foi estendido (de novo).

No domingo anterior (17), a Anvisa aprovou o uso emergencial da vacina de Oxford contra a COVID-19, que será importada da Índia. A liberação já está concluída, e as 2 milhões de doses devem chegar nesta sexta-feira (22) mesmo.

Vale lembrar que o Ministério da Saúde firmou um acordo com a farmacêutica AstraZeneca e com a Universidade de Oxford, no Reino Unido, para a produção nacional das vacinas contra a COVID-19. Com isso, a Fiocruz ainda garante, por meio da nota, que irá cumprir o compromisso de entregar 50 milhões de doses ao PNI até abril, 100,4 milhões até julho e mais 110 milhões ao longo do segundo semestre. "A Fiocruz deve ter capacidade de produção nacional a partir do segundo semestre, nesse lote de 110 milhões".

Vacina de Oxford

Vacina de Oxford utiliza plataforma vetor viral não replicante para desencadear a imunização contra a COVID-19 (Imagem: Daniel Schludi/Unsplash)
Vacina de Oxford utiliza plataforma vetor viral não replicante para desencadear a imunização contra a COVID-19 (Imagem: Daniel Schludi/Unsplash)

Em novembro, a farmacêutica AstraZeneca afirmou que o imunizante pode apresentar uma eficácia de até 90%, conforme a dosagem. O estudo clínico envolveu 24 mil pessoas. Para desencadear a imunização contra a COVID-19, a vacina de Oxford utiliza a plataforma vetor viral não replicante. Para isso, é usado um adenovírus, um tipo de vírus normalmente encontrado em chipanzés, conhecido pelo nome de ChAdOx1. Esse adenovírus é editado geneticamente e tem incluído, em seu material genético, a proteína spike que funciona como um identificador do coronavírus.

Vale lembrar o seguinte: até a terceira fase de testes, os cientistas responsáveis apostavam em duas doses completas para a melhor imunização contra a COVID-19. No entanto, as análises estatísticas observaram que quando um voluntário recebia essas duas doses, a taxa de eficácia diminuía e ficava em 62%.

Fonte: Canaltech

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