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Financial Times classifica Brasil como “país sem plano” em meio à pandemia

Presidente Jair Bolsonaro foi chamado de "populista" e "Trump dos trópicos" (Foto: André Borges/NurPhoto via Getty Images)

O jornal inglês Financial Times produziu um podcast para falar sobre a situação do Brasil em meio à pandemia do coronavírus. “Nessa semana, o Brasil se tornou o segundo país a registrar 50 mil mortes por Covid-19, atrás dos Estados Unidos. A falta de capacidade de lidar com a pandemia levou a pedidos de impeachment do presidente Bolsonaro”, descreve o episódio.

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“Será que a Covid-19 vai derrubar Jair Bolsonaro?”, questiona Gideon Rachman, apresentador do The Rachman e colunista de assuntos internacionais do jornal.

O apresentador descreve o presidente Jair Bolsonaro como um populista que passou anos como um obscuro deputado no Congresso Nacional. Rachman ainda lembra que Bolsonaro ficou conhecido como “Trump dos trópicos” e, como o presidente norte-americano, é uma figura controversa: amado pelos apoiadores e odiado pela oposição, especialmente pelas posições conservadoras.  

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O podcast chama atenção para o fato de que, enquanto há uma pandemia, o foco de muitos brasileiros é a crise política que acontece no país. E, além da população, reforçam que o próprio presidente fala muito sobre outros assuntos nas redes sociais.

A falta de técnicos no ministério da Saúde, que deveria conduzir o combate à pandemia no Brasil também é destaque no podcast do Financial Times.

Sobre os problemas na condução da pandemia, na última quarta-feira, 24, o Tribunal de Contas da União aprovou um relatório que mostra que há falta de diretrizes no combate ao coronavírus por parte do governo federal.

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A apresentação do relatório foi feita pelo ministro Vital do Rêgo. O documento aponta para desperdício de dinheiro público e falta de integrantes técnicos da área de saúde do governo federal.

Desde o começo da pandemia, o Brasil já teve três ministros da Saúde. Dois médicos, Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich, e atualmente, a pasta é ocupada por um ministro interino, general Eduardo Pazuello.

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