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Fim do sonho: Google encerra de vez sua plataforma de realidade virtual Daydream

Ramon de Souza
·2 minutos de leitura

O Google é responsável por algumas das criações mais frutíferas do mercado de tecnologia — o sistema operacional Android e o próprio buscador que lhe dá nome são alguns exemplos disso. Porém, todo mundo erra a mão de vez em quando e não poderia ser diferente com o Gigante das Buscas. Por fim, a companhia anunciou nesta sexta-feira (2) que vai matar de vez uma de suas invenções falhas: a plataforma de realidade virtual (VR, na sigla em inglês) Daydream.

Para quem não se lembra (não lhe julgaremos, pondo em vista a falta de popularidade do produto), a Daydream era a própria plataforma de conteúdos em VR da empresa. Ela tinha até mesmo lançado seu próprio headset no melhor estilo Oculus — batizado simplesmente como Daydream View —, mas parece que as vendas do aparelho não foram o suficiente para impulsionar o ecossistema.

Segundo o Google, o app oficial da Daydream não vai simplesmente parar de funcionar, mas não receberá atualizações e não rodará com o Android 11. Além disso, vários apps tornarão-se, aos poucos, incompatíveis: o Play Movies & TV perdeu suporte em junho de 2019, tal como o Hulu. Ademais, vale lembrar que o Daydream View já não é vendido desde o ano passado.

Na ocasião do lançamento do Pixel 4, um porta-voz da companhia revelou que aquele aparelho não seria compatível com o headset, o que pode ser encarado como o princípio do fim da plataforma. “Não existia a adoção de usuários ou desenvolvedores que esperávamos, e vimos a queda de uso do headset Daydream View com o passar do tempo”, afirmou, na época.

O mercado de VR é pitoresco — muitos aparelhos surgem e caem no anonimato poucos meses depois. O Gear VR, da Samsung, e o VIVE, da HTC, também são um bom exemplo de como isso tem funcionado. Tudo indica que caminharemos para um futuro em que o Oculus, gerenciado pelo Facebook, acabará transformando o nicho em um monopólio, já que ele é o único que ainda sustenta uma popularidade relevante.

Fonte: Canaltech

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