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Fim de uma era: 11 anos após Steve Jobs decretar sua morte, Flash será bloqueado

Marcus Couto
·1 minuto de leitura
Adeus, Flash. (Foto: Sean Gallup/Getty Images)
Adeus, Flash. (Foto: Sean Gallup/Getty Images)

Quem usa a internet há mais de dez anos vai se lembrar do famoso plugin Flash, produzido pela Adobe. Ele, em sua época, era a forma mais usada para carregar elementos animados em uma página web, como vídeos e outros gráficos.

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Se você não tivesse o plugin instalado, era recebido por retângulos cinzentos avisando que seria necessário baixá-lo para ter acesso ao conteúdo. Isso na época em que o Internet Explorer ainda era um gigante entre os navegadores, e as coisas eram mais simples – e lentas.

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Mas nesta semana, a partir desta terça-feira (12), essa era oficialmente chega o fim, com a Adobe anunciando o bloqueamento definitivo do pouco que restava do Flash na internet. O plugin, que já havia sido descontinuado pela empresa, agora não será mais acessível em nenhum lugar.

A decadência do Flash foi longa, e começou há pelo menos onze anos, época em que Steve Jobs, o mitológico fundador da Apple, publicou uma carta aberta criticando a tecnologia, acusando-a de ser vulnerável e pouco flexível.

Ela seria especialmente ruim para os novos formatos touch-screen e mobile.

E Jobs estava certo. Conforme a web se deslocou dos desktops para celulares e tablets, a tecnologia do Flash se mostrou especialmente inadequada, lenta e cheia de bugs.

Aos poucos, inovações mais flexíveis, como do HTLM5, que suportava vídeo e formatos gráficos ricos, jogariam as últimas pás de terra sobre essa tecnologia extinta, que agora vive no museu das boas lembranças de uma web mais tosca, mas menos problemática.

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