Mercado fechado
  • BOVESPA

    112.316,16
    -1.861,39 (-1,63%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    54.774,91
    -389,10 (-0,71%)
     
  • PETROLEO CRU

    79,38
    -1,63 (-2,01%)
     
  • OURO

    1.927,60
    -2,40 (-0,12%)
     
  • BTC-USD

    23.360,42
    +235,85 (+1,02%)
     
  • CMC Crypto 200

    526,66
    +9,65 (+1,87%)
     
  • S&P500

    4.070,56
    +10,13 (+0,25%)
     
  • DOW JONES

    33.978,08
    +28,67 (+0,08%)
     
  • FTSE

    7.765,15
    +4,04 (+0,05%)
     
  • HANG SENG

    22.688,90
    +122,12 (+0,54%)
     
  • NIKKEI

    27.382,56
    +19,81 (+0,07%)
     
  • NASDAQ

    12.221,00
    +114,25 (+0,94%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,5462
    +0,0265 (+0,48%)
     

Fim da quimioterapia? Ainda não, mas já existem tratamentos bem menos agressivos

A ciência vem se mobilizando a facilitar a vida do ser humano da forma que estiver ao alcance. E no que diz respeito ao câncer, essa iniciativa se traduz em tratamentos com menos efeitos colaterais. A quimioterapia, por exemplo, um dos tratamentos mais conhecidos, costuma ser acompanhada por náuseas, tonturas, vômitos, diarreia e dores no corpo. Também pode haver efeitos colaterais mais graves da quimioterapia, como sangramento interno, cânceres secundários e expectativa de vida mais curta.

A químio costumava ser utilizada para o câncer de pele (melanoma), mas esse tratamento aos poucos vem sido substituído por imunoterapia (um tipo de tratamento biológico que induz o combate das células cancerígenas pelo próprio sistema imunológico) e terapias direcionadas.

Já para o linfoma (um tipo de câncer que se origina no sistema linfático), as opções de tratamento mais recentes incluem inibidores da tirosinaquinase de Bruton, uma enzima importante para o desenvolvimento e diferenciação dos linfócitos B. Tratam-se de terapias direcionadas que impedem as células cancerígenas de sobreviver e se multiplicar, bloqueando a sinalização anormal de proteínas.

(Imagem: Colin Behrens/Pixabay)
(Imagem: Colin Behrens/Pixabay)

Nos EUA, a Food and Drug Administration (FDA) aprova três dessas terapias, com os seguintes fármacos: Imbruvica (ibrutinibe), Calquence (acalabrutinibe) e Brukinsa (zanubrutinibe). Cada uma dessas drogas é eficaz e geralmente mais fácil de tolerar do que as terapias mais antigas.

Para o câncer de ovário, a quimioterapia ainda é o tratamento padrão. No entanto, 70% dos casos de câncer de ovário voltam e se tornam resistentes à quimioterapia. Frente a isso, cientistas deram início a um ensaio clínico de uma nova imunoterapia chamada maveropepimut-S. O tratamento atua ativando as células T da survivina, um antígeno de câncer encontrado em mais de 15 tipos de tumores sólidos e cânceres do sangue.

Enquanto isso, o mieloma múltiplo, que é um câncer que acomete células da medula óssea chamadas de plasmócitos, responsáveis pela produção de anticorpos que combatem vírus e bactérias, vem sendo tratado com Revlimid, que também é descrito como um “agente imunomodulador”, administrado em combinação com outros medicamentos. Ele provou ser eficaz em alguns casos, mas também pode ter efeitos colaterais bastante prolongados, especialmente para pessoas que o tomam por longos períodos de tempo.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech: