Mercado fechado
  • BOVESPA

    111.496,21
    -2.316,66 (-2,04%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.463,26
    -266,54 (-0,55%)
     
  • PETROLEO CRU

    89,91
    -0,59 (-0,65%)
     
  • OURO

    1.760,30
    -10,90 (-0,62%)
     
  • BTC-USD

    21.216,30
    -1.411,44 (-6,24%)
     
  • CMC Crypto 200

    504,88
    -36,72 (-6,78%)
     
  • S&P500

    4.228,48
    -55,26 (-1,29%)
     
  • DOW JONES

    33.706,74
    -292,30 (-0,86%)
     
  • FTSE

    7.550,37
    +8,52 (+0,11%)
     
  • HANG SENG

    19.773,03
    +9,12 (+0,05%)
     
  • NIKKEI

    28.930,33
    -11,81 (-0,04%)
     
  • NASDAQ

    13.250,00
    -273,25 (-2,02%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,1885
    -0,0253 (-0,49%)
     

Fim da pandemia? Ômicron pode ser primeiro indício de covid como doença endêmica

·2 min de leitura

Alguns especialistas enxergam o surgimento da variante Ômicron como o início de uma possibilidade: a covid-19 reduzida a uma doença endêmica, circulando em menor escala e de forma sazonal, como acontece com a gripe. O cenário exigiria a permanência de certas medidas preventivas e o aprimoramento de serviços de vigilância sanitária e para barrar possíveis surtos.

Durante uma entrevista ao The Guardian, o Mike Tildesley, professor da Universidade de Warwick (Reino Unido), estimou que a variante pode significar uma forma menos severa do vírus no futuro, embora não tenha atingido esse patamar ainda.

“O que pode acontecer no futuro é o surgimento de uma nova variante mais branda. A longo prazo, a covid-19 se tornaria endêmica, com uma versão menos severa, muito semelhante ao resfriado comum com o qual vivemos por muitos anos. Ainda não chegamos lá, mas possivelmente a Ômicron é o primeiro indício que sugere que isso pode acontecer a longo prazo", afirmou o professor.

Ômicron pode ser primeiro indício de covid como doença endêmica (Imagem: HwangMangjoo/Rawpixel)
Ômicron pode ser primeiro indício de covid como doença endêmica (Imagem: HwangMangjoo/Rawpixel)

Tildesley não é o único especialista a sustentar uma visão cautelosamente otimista sobre a covid-19 reduzida a uma doença endêmica. No Twitter, logo no início do mês de janeiro, o epidemiologista brasileiro Pedro Curi Hallal apontou que 2022 poderia ser o ano que leva ao fim da pandemia:

Em entrevista ao UOL, Hallal apontou que a Ômicron pode ser o primeiro passo para que a covid-19 se torne endêmica: "Estamos falando de uma contaminação muito rápida, sem gravidade tão grande e isso é uma característica que pode fazer com que essa doença passe a conviver entre nós assim como outras. Não é um otimismo total, não tenho segurança para cravar que a Ômicron vai representar o final da pandemia, mas ela tem os seus pontos positivos e nós pesquisadores temos também que comentar sobre essa possibilidade dela ser mais boa notícia do que má", afirmou.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos