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Fim da linha de produção? Falta de semicondutores pode mudar prática centenária

·2 minuto de leitura

A pandemia do novo coronavírus (SARS-CoV-2) tem afetado a indústria de maneira geral, mas principalmente aquelas que dependem de semicondutores, como os setores de eletrônicos e automóveis. O cenário atual, mesmo com o avanço da vacinação em todo o mundo, é de montadoras adiando entregas e interrompendo produções, e fabricantes de aparelhos como videogames com falta de reposição de estoque. Há casos em que os clientes esperam por mais de 60 dias para ter o seu carro zero quilômetro.

Especialistas, ao perceberem essa situação, já abordam possíveis mudanças no setor automotivo. Hoje, toda a cadeia de produção é pautada pelo just-in-time, ou seja: os carros são produzidos a toque de caixa para atenderem demandas imediatas dos clientes que, por sua vez, estão habituados a terem seus automóveis em mãos em, no máximo, uma semana ou 10 dias úteis.

Segundo matéria da Bloomberg, quando ouvidos, analistas e fortes players do mercado de semicondutores já tratam uma mudança na maneira como os clientes se comportam como mais fácil de ser alcançada. É o caso, por exemplo, de Hassane El-Khoury, diretor-presidente da ON Semiconductor. Segundo ele, os consumidores precisam entender que não é mais possível comprar carros com o imediatismo dos tempos pré-pandemia. A empresa tem mais de um terço de seu faturamento oriunda da indústria automotiva.

O Chevrolet Onix está com sua produção interrompida há semanas. Resultado: perdeu o posto de carro mais vendido do Brasil/ Imagem: Felipe Ribeiro/ Canaltech
O Chevrolet Onix está com sua produção interrompida há semanas. Resultado: perdeu o posto de carro mais vendido do Brasil/ Imagem: Felipe Ribeiro/ Canaltech

Os semicondutores são importantes para os automóveis atuais porque esses produtos estão cada vez mais tecnológicos. Hoje, por exemplo, já é comum ver um carro "popular", como o SUV Chevrolet Tracker ou o Hyundai HB20, com sistemas de frenagem automática de emergência, algo que antes estava restrito a modelos mais caros e luxuosos. A demanda crescente deve fazer com que esses recursos fiquem cada vez mais em falta.

Outra solução é a reversão da produção desses componentes. A Ford, por exemplo, fechou fábricas pelo mundo todo, indicando que pode começar a fabricar ela própria os semicondutores.

Atualmente, montadoras como a Chevrolet, Fiat, Volkswagen, Toyota e Honda estão com problemas de produção, tendo vários modelos com a fabricação interrompida.

Fonte: Canaltech

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