Mercado fechado
  • BOVESPA

    106.296,18
    -1.438,83 (-1,34%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.889,66
    -130,39 (-0,25%)
     
  • PETROLEO CRU

    83,98
    +1,48 (+1,79%)
     
  • OURO

    1.793,10
    +11,20 (+0,63%)
     
  • BTC-USD

    61.524,13
    -1.895,58 (-2,99%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.453,34
    -49,69 (-3,31%)
     
  • S&P500

    4.544,90
    -4,88 (-0,11%)
     
  • DOW JONES

    35.677,02
    +73,94 (+0,21%)
     
  • FTSE

    7.204,55
    +14,25 (+0,20%)
     
  • HANG SENG

    26.126,93
    +109,40 (+0,42%)
     
  • NIKKEI

    28.804,85
    +96,27 (+0,34%)
     
  • NASDAQ

    15.324,00
    -154,75 (-1,00%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,5808
    -0,0002 (-0,00%)
     

Filha de campeões de longboard, atleta de 11 anos tem várias vitórias e uma meta: ser líder do ranking estadual de surfe

·2 minuto de leitura

RIO — O ditado filho de peixe, peixinho é se encaixa perfeitamente para Lanay Thompson, de 11 anos. Filha de Mainá Thompson, tricampeã brasileira de longboard profissional e bicampeã brasileira do amador, e do treinador Dionísio Santos, campeão brasileiro amador de longboard e presidente da Associação Recreio Surfe Clube, Lanay vem se destacado no surfe. Ganhou uma etapa do estadual na categoria sub-12 no ano passado e quer repetir o feito em 2021. E já coleciona vitórias: foi campeã estadual sub-10, campeã estadual sub-12, terceira colocada no ranking do brasileiro amador sub-12 e vice- campeã de uma etapa do campeonato brasileiro em 2017.

— Estou focada no estadual. Quero ser campeã e líder no ranking estadual — conta a menina. —Da última vez fiquei em quarto, mas não pude disputar algumas etapas por causa da idade.

Ainda cursando as aulas do 6º ano do fundamental no formato on-line, Lanay costuma treinar duas horas por dia no mar, geralmente, no canto da Praia do Recreio, depois do Posto 12. Faz ainda aulas de natação, skate, treino funcional e apneia ao lado dos jovens de 13 a 16 anos, moradores do Terreirão, que fazem parte do projeto social Surf Solidariedade, comandado por seu pai.

—Eu gosto muito de estar no mar, me acalma. Adoro as competições porque gosto de me desafiar sempre, dar o meu melhor — diz Lanay.

Mainá Thompson conta que, além de amar o surfe, a filha é muito competitiva. E conta que seu caminho na modalidade foi natural.

— Nasci pegando onda, minha irmã, Luara, também é profissional, e meu era surfista. Então a Lanay começou a ter contato cedo com o mar. Nós estimulamos isso, mas partiu dela o interesse de participar de campeonatos. Ela até pediu para o pai buscar patrocínio — conta Mainá.

Enquanto o pai treina a pequena atleta, a mãe vibra:

— Quando ela está na água eu fico anestesiada, meio cega, gritando e mandando energia positiva. Acredito muito no potencial dela, além de a Lanay ter um psicológico incrível.

SIGA O GLOBO-BAIRROS NO TWITTER (OGlobo_Bairros)

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos