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Filha de Bonner e Fátima se rebela contra imagem dos pais: "Nunca me senti famosa"

·3 min de leitura

Por força das circunstâncias, ela já nasceu famosa. Filha dos jornalistas William Bonner e Fátima Bernardes, Beatriz Bonemer, assim como os irmãos gêmeos Vinicius e Laura, embora tenha sido preservada pelos pais ao máximo, se tornou pessoa pública desde sua gestação.

Cresceu nos meios jornalístico e artístico, mas não sucumbiu a eles. Até agora. Aos 23 anos, Bia está estreando como produtora de conteúdo e quer levar para o ambiente pouco amigável da internet algo mais natural. "Eu vejo a internet como um ambiente às vezes muito tóxico e repleto de gente igual, então, acho que hoje em dia faltam pessoas com suas essências verdadeiras", argumenta.

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Bia abriu um perfil no aplicativo de vídeos curtos Kwai e já ganhou fãs após aparecer num desafio de leitura labial. "Entrei por ser uma plataforma superdivertida e inclusiva. Pretendo mostrar mais do meu dia a dia, lugares que gosto de frequentar e coisas que gosto de fazer. Momentos e histórias com amigos, makes, música, minha rotina, meus pets...Vai ter de tudo um pouco", promete ela, que faz parte agora da produtora Play9, de Felipe Neto e João Pedro Paes Leme, que a conhece desde a infância.

 

Quando percebeu que tinha um público disposto a consumir seu conteúdo?

Eu sempre gostei de usar minhas redes sociais de forma muito natural e espontânea, nunca fui de planejar e postar conteúdos superproduzidos. Com o tempo, passei a notar uma curiosidade muito grande das pessoas que me seguiam em saber mais sobre mim, e, aos poucos, comecei a me abrir e a mostrar mais de quem eu sou e o que eu gosto de fazer. A resposta que eu tive acabou me divertindo: as pessoas criam uma imagem minha, de como eu devo ser e de como eu devo agir, baseada nos meus pais, e é engraçado ver como elas se surpreendem quando percebem que a realidade nem sempre bate com essas expectativas. Assim, eu fui me permitindo expor um lado mais pessoal meu que as pessoas tinham curiosidade em conhecer e a interagir mais com esse público.

Você faz Design Gráfico, que em determinadas áreas envereda para a arte. Esse lado artístico falou mais alto agora?

Eu acho que foi algo presente na nossa vida desde cedo. Quando criança, fiz diversos tipos de dança (balé, jazz, street dance, dança de salão…) e sempre gostei muito de música também. Hoje em dia toco piano, canto e estou tentando aprender a tocar ukulele (risos). Em relação à minha profissão, eu sempre tive um senso estético com o qual eu gostaria de trabalhar e acho que isso acabou me direcionando para o design.

 

O que pretende levar a seus seguidores que seja um diferencial seu?

O que me incentivou a ficar mais ativa nas redes foi justamente mostrar quem sou eu de verdade e não uma reprodução do que esperam que eu seja. Eu vejo a internet um ambiente às vezes muito tóxico e repleto de gente igual, então, acho que hoje em dia faltam pessoas com suas essências verdadeiras.

 

Muitos querem ser influenciadores digitais. Como vê isso?

Eu vejo como uma posição muito “glamourizada”, o que acaba encantando muita gente. Sou super a favor de uma influência feita com responsabilidade, mas acho que a pessoa deve estar preparada para o lado negativo da exposição também, tendo a consciência de que as consequências de suas ações tomam proporções mil vezes maiores.

 

Você e seus irmãos cresceram "famosos", mas sempre foram muito preservados por seus pais e também muito discretos. Tinha hora que desejava ser "desconhecida"?

Como meus pais sempre preservaram a nossa privacidade, eu nunca me considerei nem me senti famosa, então não tive esse incômodo. Hoje em dia o que me incomoda são mentiras e notícias falsas que alguns meios de comunicação inventam.

 

Já pensou em seguir os passos deles? Um canal de vídeos não deixa de ser um meio de comunicação…

O meio jornalístico eu nunca tive vontade em seguir, talvez por ter visto a rotina deles muito de perto desde cedo. Mas acho que hoje em dia, com tantas redes sociais por aí, todo mundo tem um canal de comunicação, né? Não temos pra onde fugir (risos).

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