Mercado abrirá em 2 h 15 min

Fiesp diz que Josué Gomes é presidente da entidade e segue na função

***ARQUIVO*** SÃO PAULO/SP BRASIL. 21/11/2013 -  Entrevista Josué Gomes da Silva, empresario e filho de Jose Alencar, vice de Lula. Filiou-se ao PMDB recentemente.(foto: Zanone Fraissat/Folhapress)
***ARQUIVO*** SÃO PAULO/SP BRASIL. 21/11/2013 - Entrevista Josué Gomes da Silva, empresario e filho de Jose Alencar, vice de Lula. Filiou-se ao PMDB recentemente.(foto: Zanone Fraissat/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Na primeira manifestação sobre o assunto, a Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo) divulgou nota nesta quinta-feira (19) na qual afirma que Josué Gomes é o presidente da entidade e está no exercício de suas funções, conforme o estatuto

Na segunda (16), uma assembleia extraordinária realizada por 50 representantes de sindicatos ligados à indústria paulista votou pela destituição de Josué, proposta aprovada por 47 dos dirigentes presentes.

Desde que a crise entre o atual presidente e dirigentes sindicais insatisfeitos com sua gestão ultrapassou os limites do prédio da avenida Paulista, em São Paulo, a Fiesp ainda não havia feito qualquer comentário sobre o assunto.

Sempre que era procurada, dizia apenas que não comentava assuntos internos da entidade.

Aliados do presidente da federação da indústria consideram que a assembleia que votou por sua destituição não tem valor legal, por ter sido realizada depois que Josué Gomes e cerca de outros 30 representantes sindicais já tinham deixado o prédio da Fiesp.

Por volta de 14h30, quando a assembleia extraordinária começou, cerca de 86 representantes de 80 sindicatos estavam presentes.

No fim do dia, antes da decisão por sua destituição, os presentes votaram se aceitavam ou não explicações dadas por Josué a uma lista de questionamentos feitos pela oposição. Nessa etapa, 24 representantes sindicais disseram que as respostas eram satisfatórias, e 62 foram contra.

Os sindicatos de oposição consideraram que poderiam continuar a plenária com base em dois argumentos: a assembleia não tinha sido devidamente encerrada e a existência de um outro edital de convocação, publicado por eles, para a mesma data.