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FHC e Lula assinam nota conjunta em defesa da Argentina contra iniciativas do governo Bolsonaro

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*ARQUIVO* BRASILIA, DF,  BRASIL,  03-07-2018 - O ex presidente Fernando Henrique Cardoso. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
*ARQUIVO* BRASILIA, DF, BRASIL, 03-07-2018 - O ex presidente Fernando Henrique Cardoso. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Os ex-presidentes da República Fernando Henrique Cardoso e Lula assinaram uma nota em conjunto para apoiar o presidente da Argentina, Alberto Fernández, que resiste a reduções tarifárias unilaterais no âmbito do Mercosul.

"Concordarmos com a posição do presidente da Argentina, Alberto Fernández, de que este não é o momento para reduções tarifárias unilaterais por parte do Mercosul, sem nenhum benefício em favor das exportações do bloco. Concordamos também que é necessário manter a integridade do bloco, para que todos os seus membros desenvolvam plenamente suas capacidades industriais e tecnológicas e participem de modo dinâmico e criativo na economia mundial contemporânea", afirma a nota

A assinatura do texto marca mais um ponto de convergência entre FHC e Lula, que abriram recentemente um diálogo que estava interrompido por décadas de enfrentamento eleitoral direto –desde 1994, eles disputam eleições em campos opostos, ou como candidatos ou apoiando nomes de seus respectivos partidos.

No mês passado, os dois se reuniram na casa do ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Nelson Jobim e posaram de mãos dadas para uma fotografia histórica.

Na questão do Mercosul, os dois apoiam Fernández contra a posição do ministro da Economia, Paulo Guedes, que tem defendido uma redução de tarifas no âmbito do bloco.

Os argentinos defendem percentuais menores de reajuste e querem que ela incida principalmente em bens intermediários —​produtos finais teriam as tarifas na sua maioria preservada.

O governo Jair Bolsonaro considera a proposição argentina pouco ambiciosa e mais uma mostra da linha protecionista do presidente Alberto Fernández.

Buenos Aires, por sua vez, acha que o corte defendido por Guedes é profundo e amplo demais, constituindo um risco para a indústria do país.​

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