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Festival do Rio: Relembre momentos históricos

·2 min de leitura

Criado a partir da fusão do Rio Cine Festival e da Mostra Rio, o Festival do Rio nasceu em 16 de setembro de 1999, numa gala no Cine Odeon. O mais tradicional palácio da cidade havia sido fechado em abril daquele ano, mas retornou justamente para a mostra após uma parceria entre o Grupo Severiano Ribeiro e o Grupo Estação.

Neste 2021, o Odeon não fará parte da programação. Culpa dos custos, diz a diretora-executiva do Festival do Rio.

— Chegamos a conversar, mas não é barato levar o Festival para o Centro, é preciso montar uma estrutura e contratar uma equipe grande. Sem dúvida esperamos voltar também ao Odeon em 2022 — afirma Ilda Santiago.

Foi no Odeon que ocorreram alguns dos momentos mais marcantes do Festival do Rio, históricos para a cidade. Mas não só lá, como lembramos na lista abaixo.

‘Odeon’ no Odeon: abertura em 1999:

Na abertura do primeiro Festival, o pianista Carlos Eduardo Pereira (o Cadu) tocou o choro “Odeon”, de Ernesto Nazareth, antes da exibição de “Ghost dog”, de Jim Jarmusch, com a presença do ator Forest Whitaker.

Pizza e ‘pum’: John Waters em 2000

Na edição de 2000, uma retrospectiva de John Waters trouxe o excêntrico diretor americano ao Rio — com direito a um encontro com a transformista Laura de Vision, a versão brasileira da musa drag Divine. Uma sessão foi antológica: o público recebeu a cartela de cheiros batizada de Odorama para assistir a “Polyester”. Entre os odores que os espectadores liberavam raspando a cartela, havia pizza, gasolina e flatulência.

Telão na praia: bonequinho viu

Antiga seção do Festival, realizada em parceria com O GLOBO, a Bonequinho Viu apresentava filmes gratuitamente num telão na Praia de Copacabana. Em 1999, “Roberto Carlos e o diamante cor-de-rosa”, de Roberto Farias, lotou de gente.

Joias francesas: Moreau e Varda

O Festival do Rio já teve muitos convidados célebres. Mas, em 2009, o sarrafo subiu absurdamente: numa mesma edição, vieram à cidade a atriz Jeanne Moreau e a cineasta Agnès Varda. Ambas estavam com 81 anos.

Gritos e bombas: protestos no Odeon

Pouco antes da sessão de “Jogo das decapitações”, de Sérgio Bianchi, uma passeata de professores chegou ao Odeon e assustou a turma do tapete vermelho. Houve tumulto com a polícia a poucos metros do cinema, e o Festival acabou transferindo as sessões de gala dos dias seguintes para outras salas. Não é difícil adivinhar que o ano foi 2013.

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