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Festas populares inspiram audiolivro infantil

Regiane Jesus
·2 minuto de leitura

RIO — Dia de São Cosme e São Damião. Crianças descem a ladeira da Rua General Roca, na Tijuca, em busca de doces. Carnaval. Baianas deixam a comunidade do Salgueiro, cantando, com destino ao Sambódromo. As cenas, comuns nestas datas festivas, marcaram a vida da escritora, atriz, pedagoga e bailarina Dayze Nascimento a tal ponto que se tornaram inspiração para o audiolivro infantil “Brincando com o samba”.

Era 1985 e a atual moradora do Engenho de Dentro havia se mudado há pouco para o Rio, após morar em Manaus, no Amazonas. Da janela do seu apartamento, a então jovem se impressionou com o vaivém dos pequenos no dia 27 de setembro daquele ano e, meses depois, com o caminhar das integrantes da vermelho e branco tijucana. As imagens e os sons, algum tempo depois, estimularam inicialmente a criação da poesia “Amarelinhos”, que, tempos depois, se transformou na obra que já pode ser ouvida pela garotada.

A história do pintinho de nome Brasileirinho, que emitia um som muito parecido com o da cuíca, nasceu quando Dayse estava na Itália, onde morou por 15 anos.

— Em 2002, lancei o livro “Brincando com o samba”, em versão impressa, na Itália. Lá, com saudade do Brasil, essas imagens tão cariocas sempre voltavam à minha cabeça. Foi uma inspiração para a minha obra, que levou um pouco da nossa cultura para as escolas de lá. Na Itália, a convite da nossa embaixada, dei aulas de danças em várias escolas — recorda. — Com o meu retorno ao Rio, quis reeditar este trabalho. Desta vez, em formato de audiolivro.

O projeto, contemplado pela Lei Aldir Blanc, que beneficia o setor cultural no período de pandemia, está disponível ao público. Basta fazer uma solicitação pelo e-mail espressartbrasile@gmail.com.

— Os interessados devem enviar uma mensagem. Na sequência, vão receber um link com o conteúdo do audiolivro “Brincando com samba” — explica a escritora.

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