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Ferramenta do Zoom que analisa emoções é criticada por ferir privacidade

Uma ferramenta anunciada em abril pelo Zoom parece saída de uma distopia de ficção científica e, agora, está na mira de ativistas a favor da privacidade. A tecnologia Zoom IQ, focada para profissionais do setor de vendas, é um sistema de análise de emoções que avalia o estado dos usuários após as chamadas; ela também foi acusada de violar a privacidade dos utilizadores e gerar vieses.

Em uma carta aberta ao CEO Eric Yuan, 25 entidades da sociedade civil dos Estados Unidos pediram que o Zoom pare de usar e desenvolver a ferramenta. A solicitação é encabeçada pela União Americana das Liberdades Civis e pelo Centro de Informação sobre Privacidade Eletrônica, e aponta o potencial discriminatório e invasivo de uma análise de emoções a partir de uma reunião realizada online.

No texto, as organizações afirmam que não há embasamento científico nesse tipo de avaliação, que abre espaço para erros e discriminação, bem como à disponibilização de elementos pessoais a terceiros. É criticada, também, a ideia de “normalidade” que deixa de lado a diversidade humana, como se as emoções fossem sentidas da mesma maneira por todas as pessoas e, assim, pudessem gerar insights relacionados a humor, interesse e outros elementos associados às vendas.

Ao publicar a carta, as entidades também criaram uma petição online na qual usuários podem solicitar que a empresa abandone o recurso. A tecnologia também será inserida na pauta de protestos e mobilizações contra o reconhecimento facial e a favor de regulações nos Estados Unidos, em prol da privacidade e da neutralidade da rede, como parte da campanha Fight for the Future, em andamento há anos.

Por enquanto, o Zoom não se pronunciou sobre a manifestação — que pede uma resposta até o dia 20 de maio. No passado, a empresa já afirmou que a inteligência artificial e a análise de emoções devem ser elementos centrais de suas soluções para o futuro próximo, sem perder o foco na segurança e privacidade dos usuários. Como isso será feito, entretanto, a companhia deixou no ar.

Entretanto, ações práticas anteriores já foram atacadas por especialistas em segurança e partidários da privacidade. São os casos, por exemplo, de um recurso de engajamento com reuniões que denunciaria usuários que estivessem navegando fora da janela do Zoom ou a disponibilização de criptografia de ponta a ponta apenas a usuários pagantes, que foi revertida a todos após críticas.

Fonte: Canaltech

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