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Felipe Bronze diz que pandemia deixou jurados do 'Top Chef' mais exigentes para a final

Bárbara Saryne
·3 minutos de leitura
Foto: Antonio Chahestian/Record TV
Foto: Antonio Chahestian/Record TV

A final da segunda temporada do ‘Top Chef Brasil’ vai ao ar nesta sexta-feira (2) com César Scolari, Lara Carolina e Luciana Berry disputando o título. Ao longo de todo o reality, os participantes enfrentaram muitos perrengues dentro e fora da cozinha. As gravações foram interrompidas no início da pandemia. Muitos acreditaram que nem voltariam para a TV. Seguindo o protocolo de segurança, no entanto, a Record conseguiu colocar o programa no ar.

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Em entrevista ao Yahoo!, o apresentador Felipe Bronze contou que as mudanças fizeram os jurados ficarem ainda mais exigentes para a final. “A gente está vivendo um momento diferente de tudo o que já se viu na vida. A gente tem que dar mais valor para as coisas. Muita gente perdeu o emprego e isso fez os participantes voltarem com mais gana. Isso nos deixou mais cuidadosos, tentando ser mais justos. Sabemos que o prêmio ajudará muito o vencedor neste momento”, afirma o chef.

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Satisfeito com o resultado da temporada, Felipe Bronze revelou que a terceira edição já está nos planos da emissora. O sucesso do programa, segundo ele, vai muito além do desempenho dos participantes na cozinha. O ‘Top Chef’ é o único reality culinário em que os cozinheiros são confinados. As tretas repercutem nas redes sociais, mas não influenciam na decisão dos jurados.

“A gente só assiste as cenas do confinamento quando elas vão para o ar. Eu não sabia que tinha gente que não se dava com algumas pessoas. Nas provas a gente não sabe quem é amigo, a gente não se mete em nada relacionado à convivência. Julgamos apenas quem está na cozinha, mas as brigas dão uma apimentada no jogo. O público tem seus prediletos”, avalia Bronze.

Além da pandemia...

A pausa nas gravações alterou a data da final. O programa estava previsto para acabar em julho, antes da estreia de ‘A Fazenda’. Com a retomada, a Record precisou mudar a grade e ao invés de exibir a atração às quartas, o reality ficou no ar às sextas.

Felipe Bronze diz que toda mudança deixa o público e a produção apreensivos, mas o resultado foi melhor que o esperado. “Ficou muito bom na sexta porque ‘A Fazenda’ está bombando e já entrega com boa audiência. O Marcos Mion é um gênio”, diz ele, que se divide entre a TV e o restaurante.

Apesar de muitos elogios, Felipe Bronze não escapou das críticas de internautas pelo fato de a emissora não ter exibido o momento em que os participantes foram avisados sobre a pandemia. Ele justifica que a conversa teve um tom muito pessoal e alguns cozinheiros ficaram muito preocupados com os familiares. Em respeito a todos, a Record decidiu não exibir a conversa na íntegra.

Os finalistas

Foto: Antonio Chahestian/Record TV
Foto: Antonio Chahestian/Record TV

César Scolari tem 39 anos, nasceu em Alvorada do Sul (PR) e mora em São Paulo (SP). De acordo com Felipe Bronze, o cozinheiro tem um astral maravilhoso e a capacidade de sempre surpreender. “Ele pensa ali na hora e surpreende. Chegou cozinhando como se estivesse ali só pra se divertir e deve ter tomado um susto chegando na final”, opina Felipe, aos risos.

Foto: Antonio Chahestian/Record TV
Foto: Antonio Chahestian/Record TV

Lara Carolina tem 25 anos, nasceu em Macaé (RJ) e mora em São Paulo (SP). Segundo Bronze, o ponto forte da cozinheira é a segurança. “Ela é a mais quieta, organizada, mistura os sabores muito bem. Só precisa temperar a segurança dela com as ideias”, afirma ele.

Foto: Antonio Chahestian/Record TV
Foto: Antonio Chahestian/Record TV

Luciana Berry tem 39 anos, nasceu em Salvador (BA) e mora em Londres (Inglaterra). Para o apresentador, o que ela tem de mulher é essa mistura entre o Brasil e a Inglaterra. “Ela tem muita personalidade na cozinha, conhecimento, competitividade”, garante o chef.