Mercado fechado
  • BOVESPA

    106.927,79
    +1.397,79 (+1,32%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    53.744,92
    -185,48 (-0,34%)
     
  • PETROLEO CRU

    84,27
    +2,15 (+2,62%)
     
  • OURO

    1.817,30
    -4,10 (-0,23%)
     
  • BTC-USD

    43.083,21
    -275,00 (-0,63%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.037,76
    +12,03 (+1,17%)
     
  • S&P500

    4.662,85
    +3,82 (+0,08%)
     
  • DOW JONES

    35.911,81
    -201,79 (-0,56%)
     
  • FTSE

    7.542,95
    -20,90 (-0,28%)
     
  • HANG SENG

    24.383,32
    -46,48 (-0,19%)
     
  • NIKKEI

    28.124,28
    -364,82 (-1,28%)
     
  • NASDAQ

    15.616,75
    +126,50 (+0,82%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3174
    -0,0154 (-0,24%)
     

Fed prevê inflação alta nos EUA até meados de 2022

·2 min de leitura
O presidente do banco central dos EUA, Jerome Powell, durante audiência no Capitólio, em Washington, em 11 de janeiro de 2022 (AFP/Graeme Jennings)

O presidente do Fed, o banco central dos Estados Unidos, Jerome Powell, estimou nesta terça-feira (11) que a inflação alta pode durar até meados deste ano e sinalizou que a instituição está pronta para tomar medidas se o aumento dos preços não arrefecer.

Caso o impulso inflacionário continue para além da metade de 2022, "reagiremos em consequência", assegurou Powell durante audiência no Senado, dando a entender que o Fed não hesitaria em aumentar as taxas de juros de forma mais agressiva.

"A volta à normalidade levará tempo", advertiu o titular da entidade monetária, no momento em que as taxas estão próximas de zero.

"Para garantir um crescimento sustentável [da economia], devemos ter estabilidade de preços", assegurou Powell aos legisladores. O economista participou de uma audiência diante de um comitê do Congresso que avalia sua indicação para seguir à frente do banco central em um segundo mandato.

Os preços ao consumidor nos Estados Unidos subiram em novembro, atingindo um índice sem precedentes em quase 40 anos, de 6,8% em 12 meses.

Essa cifra está muito longe da meta de 2% que o Fed considera saudável para a economia. Os dados de dezembro serão publicados nesta quarta-feira (12).

Powell atribuiu a maior parte do aumento da inflação a um "desajuste" entre oferta e demanda, causado pelas interrupções na cadeia de suprimentos.

Ele também enfatizou que recuperar a estabilidade de preços é prioridade para o Fed.

Além disso, Powell opinou que o fim do apoio monetário excepcional à economia americana não teria impacto negativo no mercado de trabalho, outro parâmetro prioritário para o banco central.

"É hora de que iniciar a transição de uma emergência pandêmica para um nível mais normal", declarou Powell. "Isso realmente não deveria ter efeito negativo no mercado de trabalho", acrescentou.

"O mercado de trabalho está se recuperando incrivelmente rápido" da crise em que foi afundado pela pandemia de covid-19 em 2020, garantiu.

Em dezembro, o índice de desemprego nos Estados Unidos caiu para 3,9%, voltando a se aproximar dos números anteriores à pandemia (3,5%), comentou Powell, que, no entanto, reconheceu que o retorno ao trabalho de algumas pessoas continua sendo difícil mesmo com a grande disponibilidade de vagas.

Dt-ad/mr/rpr/mvv

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos