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Fed poderia reduzir compras de dívida no 4º tri, diz pesquisa

Steve Matthews e Sarina Yoo
·3 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O Federal Reserve deve começar a reduzir os US$ 120 bilhões em compras mensais de ativos antes do fim do ano diante da forte recuperação da economia dos EUA após o choque da Covid-19, de acordo com economistas consultados pela Bloomberg.

O prazo seria um pouco antes que o previsto na pesquisa de março, mas deixaria as compras de ativos pelo Fed intocadas ainda por vários meses, e o primeiro aumento da taxa de juros não é esperado antes de 2023. Em contraste, o Banco do Canadá disse na semana passada que vai reduzir as compras de títulos de dívida do governo e acelerar o cronograma para um possível aumento dos juros, embora em reunião em 22 de abril, o Banco Central Europeu tenha decidido manter as ferramentas de combate à crise inalteradas.

Na pesquisa, cerca de 45% dos economistas esperam que o Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês) anuncie uma redução gradual no quarto trimestre, enquanto 14% esperam a medida nos três meses anteriores. A pesquisa com 49 economistas foi realizada de 16 a 21 de abril. O resultado mostra uma visão mais inclinada ao aperto monetário do que em março, quando uma porcentagem um pouco maior de economistas esperava a redução de estímulos apenas em 2022.

O FOMC conclui a reunião de dois dias na quarta-feira e deve reafirmar os planos de ajustar as compras apenas quando a economia dos EUA atingir “progresso substancial” nas metas de emprego e inflação. Também não há expectativa de que o Fed aumente a meta da taxa de referência a partir de um intervalo de zero a 0,25%. O comunicado de política monetária do FOMC será divulgado às 14h, no horário de Washington, e o presidente do Fed, Jerome Powell, participa de conferência de imprensa virtual 30 minutos depois.

Economistas afirmam que irão examinar minuciosamente o texto do comunicado e a coletiva de imprensa em busca de indícios de uma possível redução do estímulo. Powell disse que alertará os mercados com bastante antecedência sobre essa medida quando o comitê visualizar seus objetivos, e que uma mudança da política monetária dependerá de dados econômicos reais, não apenas de previsões otimistas.

“Achamos que é muito cedo, dada a insistência do Fed em se concentrar em dados econômicos ‘sólidos’ e não nas expectativas de melhoria”, disse Gero Jung, economista-chefe da Mirabaud Asset Management. “Em nossa opinião, o Fed deseja ver uma sequência de dados muito positivos - como os números de empregos de março - antes de iniciar um processo de redução gradual.”

Empresas criaram 916 mil empregos nos EUA no mês passado, um número muito acima do esperado.

Dados econômicos recentes têm apoiado a visão do Fed de forte recuperação este ano, com desemprego em queda e inflação que deve superar 2% em 2021. Embora o FOMC tenha sido intencionalmente vago sobre como definirá o “progresso substancial”, economistas que participaram da pesquisa esperam que a redução do estímulo tenha início quando a taxa de desemprego estiver em torno de 4,5% com a inflação em 2,1%, medida pelo índice de preços de despesas de consumo pessoal.

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©2021 Bloomberg L.P.