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Fed espera dados concretos sobre emprego e preços, diz Clarida

Steve Matthews
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O vice-presidente do Federal Reserve, Richard Clarida, disse que as autoridades monetárias aguardarão evidências sobre se as metas de estabilidade de preços e emprego estão sendo atingidas antes de ajustar a política monetária.

“Não é um avanço projetivo. São números concretos sobre o mercado de trabalho e sobre os preços” que o Fed está buscando, disse Clarida na sexta-feira em entrevista à Bloomberg Television. “É uma evolução, mas é uma evolução robusta e principalmente baseada em resultados.”

A ata da reunião de março do Fed divulgada na quarta-feira mostrou que as autoridades acreditam que levará “certo tempo até que mais avanços significativos” sejam feitos em termos de emprego e inflação. Isso se refere aos testes estabelecidos para orientar a redução de compras de títulos de US$ 120 bilhões por mês.

As previsões mais recentes mostram que as autoridades não esperam aumentar as taxas de juros, agora perto de zero, antes do fim de 2023, mesmo após a drástica atualização das projeções para o crescimento econômico e emprego este ano. A inflação deve terminar este ano em 2,4%, e depois desacelerar para a meta de 2% do Fed em 2022.

“Em uma base anual, a inflação principal deve ultrapassar 2% porque vamos comparar os preços deste ano com os preços em colapso do ano passado”, disse Clarida, mas a linha de base do Fed considera que a maior parte da alta seja transitória, e a inflação retornará para cerca de 2% até o final do ano, disse Clarida.

Segundo essa linha de base, “há riscos de ambos os lados e, no caso de risco em que a inflação comece a se mover acima de um nível consistente com a estabilidade de preços, teríamos as ferramentas para lidar com isso”, disse.

Dados divulgados na sexta-feira mostraram que os preços ao produtor dos EUA aceleraram em março, superando as expectativas e sugerindo que as pressões inflacionárias subjacentes continuam a crescer na economia do país.

O presidente do Fed, Jerome Powell, disse na quinta-feira que o número de americanos trabalhando atualmente caiu em até 10 milhões em comparação com fevereiro de 2020, antes da pandemia.

“Não esqueceremos essas pessoas e forneceremos à economia o apoio necessário até que o trabalho seja concluído”, disse.

Clarida destacou que há “muita oferta reprimida na economia”, com muitas pessoas desempregadas e, à medida que a economia reabrir, pode haver “desequilíbrios temporários em certos setores” que, na avaliação do Fed, também devem ser transitórios, disse.

“Se não forem, teremos que levar isso em consideração, com certeza”, afirmou.

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