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Fed deve subir taxas 'rapidamente' este ano, diz membro do FOMC

Fachada do Federal Reserve (Fed) dos Estados Unidos, em Washington, D.C., em 4 de maio de 2022 (AFP/Jim Watson) (Jim Watson)

O Federal Reserve (Fed) dos Estados Unidos "tem as ferramentas adequadas" e deve agir "rapidamente" para frear a inflação, com um novo aumento de taxas até o fim do ano - disse o presidente da filial de Nova York desta instituição, John Williams, nesta terça-feira (10).

“Espero que o FOMC (Comitê de Política Monetária) aja rapidamente para que as taxas de referência voltem a níveis mais normais este ano”, ou seja, em torno de 2%-2,50% frente a 0,75%-1,00% hoje, afirmou Williams em uma conferência do Bundesbank e da Associação Nacional de Economia Empresarial (NABE) na Alemanha.

O Banco Central americano elevou as taxas em 0,25 ponto percentual em meados de março e em mais meio ponto em 4 de maio, seu maior aumento desde 2000.

O FOMC estimou que outro aumento de meio ponto percentual estaria "na mesa nas próximas duas reuniões" de 14 a 15 de junho e 26 a 27 de julho.

Membro com direito a voto no comitê, Williams espera que o índice de inflação PCE (pelo qual o Fed se guia) subjacente (excluindo-se alimentos e energia) para 2022 seja de 4%.

Em março, o índice PCE subjacente foi de 5,2% internanual, devido à disparada de preços após a pandemia e depois da invasão russa da Ucrânia, e de 6,6%, se todos os preços forem considerados.

Em 2023, o índice PCE deve “cair para em torno de 2,5%”, antecipou Williams, e depois “se desacelerar ainda mais para voltar a se aproximar da nossa meta de longo prazo de 2% em 2024”.

Segundo o titular da sucursal de Nova York, o Fed dispõe "das ferramentas adequadas para alcançar (seus) objetivos".

"Na verdade, temos uma vantagem em relação aos episódios inflacionários anteriores: nossas ferramentas de política monetária são especialmente potentes nos mesmos setores, nos quais observamos maiores desequilíbrios e sinais de superaquecimento, como os bens duráveis e a habitação", completou.

O outro indicador da inflação, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC, ou CPI, na sigla em inglês), referência para cálculo de aposentadorias, apresentou uma alta de preços de 8,5% em 12 meses até março, a maior já registrada desde dezembro de 1981. O percentual de abril será divulgado na quarta-feira (11).

jul/abx/dem/yow/tt

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