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Correção: Fed deve anunciar redução do estímulo em novembro

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O Federal Reserve deve indicar na reunião desta semana que está pronto para reduzir as compras mensais de ativos, com a expectativa de um anúncio formal em novembro, segundo pesquisa da Bloomberg.

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A pesquisa com 51 economistas também prevê que o banco central dos Estados Unidos deve manter as taxas de juros próximas de zero até 2022, e fazer dois aumentos de 0,25 ponto percentual até o fim de 2023.

O Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês) inicia sua reunião de dois dias na terça-feira, com a divulgação do comunicado prevista na quarta-feira às 14h, horário de Washington. As previsões trimestrais para a economia e juros atualizadas serão divulgadas na mesma hora, seguidas de coletiva de imprensa do presidente do Fed, Jerome Powell, 30 minutos depois.

Cerca de 65% dos economistas entrevistados esperam o anúncio sobre as compras de títulos na reunião do Fed de 2 e 3 de novembro, e mais da metade prevê o início da redução do estímulo em dezembro. Um cenário antecipado em relação à pesquisa de julho, quando muitos esperavam a decisão em dezembro e 80% previam o começo da desaceleração do estímulo em 2022. A pesquisa foi realizada entre 10 e 15 de setembro.

Além de esperar juros mais altos em 2023, o que corresponde à projeção mediana das autoridades do Fed em junho, a pesquisa prevê mais três aumentos em 2024 que elevarão o limite superior da taxa de fundos federais para 1,5% no fim do ano.

Powell ainda estará no comando dessa normalização da política monetária, segundo um número cada vez maior de economistas, cuja aposta é que o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, irá renomeá-lo para outros quatro anos após seu mandato atual, que termina em fevereiro.

O debate sobre a redução do estímulo será uma questão central para o FOMC nesta semana. O comitê deve manter os juros perto de zero e dar continuidade às compras mensais de US$ 80 bilhões em Treasuries e US$ 40 bilhões em títulos hipotecários. As autoridades se comprometeram a manter as compras de títulos até que a economia mostre “progresso substancial” em termos de inflação e emprego durante a recuperação dos efeitos da pandemia de Covid-19.

(Corrige número de entrevistados no segundo parágrafo de artigo publicado em 17 de setembro. Substitui gráfico.)

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