Mercado fechado
  • BOVESPA

    117.197,82
    +967,70 (+0,83%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    45.845,83
    -200,75 (-0,44%)
     
  • PETROLEO CRU

    88,00
    +0,24 (+0,27%)
     
  • OURO

    1.724,50
    +3,70 (+0,22%)
     
  • BTC-USD

    20.130,68
    -138,84 (-0,68%)
     
  • CMC Crypto 200

    456,09
    -2,31 (-0,50%)
     
  • S&P500

    3.783,28
    -7,65 (-0,20%)
     
  • DOW JONES

    30.273,87
    -42,45 (-0,14%)
     
  • FTSE

    7.052,62
    -33,84 (-0,48%)
     
  • HANG SENG

    18.087,97
    +1.008,46 (+5,90%)
     
  • NIKKEI

    27.120,53
    +128,32 (+0,48%)
     
  • NASDAQ

    11.631,50
    +7,75 (+0,07%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,1379
    -0,0300 (-0,58%)
     

Fed delibera com vistas a um novo aumento dos juros nos EUA

O Comitê de Política Monetária do Federal Reserve (Fed, banco central americano) iniciou sua reunião de dois dias nesta terça-feira (20), da qual se espera um novo e forte aumento das taxas básicas de juros para combater a inflação dos Estados Unidos.

"A reunião do Comitê de Política Monetária (FOMC) começou às 13h00 (locais, 14h de Brasília)", confirmou à AFP um porta-voz do Fed.

As deliberações terminarão nesta quarta às 14h locais (15h de Brasília) e após o comunicado com as decisões, o presidente do Fed, Jerome Powell, dará uma coletiva de imprensa.

O Fed atualizará suas previsões de crescimento do PIB, inflação e taxa de desemprego. Além disso, é tido como certo que pela quinta vez desde março, O BC americano elevará as taxas básicas de juros, que atualmente se encontram entre 2,25 e 2,50%.

A expectativa é de um terceiro aumento de 0,75 ponto percentual. Mas a elevação pode ser maior: quase um em cada cinco atores do mercado espera um aumento de um ponto percentual, segundo a avaliação de futuros do CME Group.

As taxas básicas marcam a pausa para que os bancos comerciais estabeleçam os juros de seus empréstimos a pessoas físicas e jurídicas.

O objetivo dos aumentos das taxas de juros é retardar a atividade econômica para aliviar a pressão sobre os preços.

A inflação diminuiu em agosto graças à queda dos preços da gasolina, mas continuou sendo muito mais alta do que que o previsto, com 8,3% interanual, com aumento generalizado dos preços.

Esta desaceleração deliberada da economia certamente provocará um aumento do desemprego, e traz possíveis dificuldades adicionais uma ameaça de recessão na economia americana e mundial.

No entanto, a boa saúde do mercado de trabalho dá ao Fed uma margem para ser agressiva e esperar conseguir a "aterrissagem suave" que pretende. A taxa de desemprego dos Estados Unidos é de 3,7%, uma das mais baixas dos últimos 50 anos, e não há trabalhadores suficientes para cobrir todas as vagas.

jul/els/ag/gm/mvv