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FecomercioSP e indústria de remédios aderem a manifestos pela democracia

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SÃO PAULO,SP - RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Cresce o número de associações setoriais que assinarão o manifesto em defesa da democracia. A FecomercioSP e a ProGenéricos (fabricantes de medicamentos genéricos) decidiram aderir.

"Como representante de alguns dos setores empresariais mais importantes para a economia do país, a entidade entende que os preceitos democráticos são inegociáveis, tais como o Estado democrático de Direito e a lisura do processo eleitoral", afirma a FecomercioSP em nota.

A ANR (associação de restaurantes, que abrange redes como McDonald's, Burger King e Giraffas), tem reunião da diretoria nesta sexta (29), quando pretende tratar do assunto.

Outras entidades representantes do setor privado ainda avaliam se vão participar de algum dos manifestos que pedem respeito ao sistema eleitoral após as últimas declarações de Bolsonaro contra as urnas.

ACSP (associação comercial), Abramge (planos de saúde) e Andipa (distribuidores de papel) dizem que não receberam nenhum convite para endossar qualquer manifesto, assim como IDV (grandes varejistas), Abrasce (shoppings), Abit (têxteis), Abrafarma (varejo farmacêutico) e Animaseg (indústria de materiais de segurança do trabalho).

Abifer (indústria ferroviária) e Anfavea (automotiva) decidiram não assinar.

Outras entidades consultadas pelo Painel S.A. não responderam, como a Abrabe (associação de bebidas com membros como Diageo e Heineken) e a Abralog (que tem nomes como Correios, FedEx Express, C&A e Pão de Açúcar).

Todas elas subscreveram, no ano passado, um documento chamado "A Praça é dos Três Poderes", que foi organizado pela Fiesp para mostrar preocupação com a escalada na tensão institucional da época, mas acabou gerando ruído com a Febraban, porque Caixa e Banco do Brasil ameaçaram abandonar a federação dos bancos caso ela aderisse.

O presidente de uma entidade que não pretende aderir a nenhum manifesto avalia que o clima deste ano pode azedar como aconteceu em 2021. Segundo ele, quem não assina tem receio de ser interpretado como antidemocrático. Mas também há o receio de sofrer retaliação do governo. Bolsonaro já reagiu publicamente aos manifestos com ironia e disse que não precisa de "cartinha" para dizer que defende a democracia.

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