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'Compre agora, pague depois', novo modelo de compra, busca espaço no Brasil

'Compre agora, pague depois' dá direito a um parcelamento de até quatro vezes sem juros, após valor de entrada
'Compre agora, pague depois' dá direito a um parcelamento de até quatro vezes sem juros, após valor de entrada - que, geralmente, gira em torno de 25% (Getty Images)
  • 'Compre agora, pague depois' parece boa e virou febre nos EUA, mas não é lá novidade no Brasil

  • Aqui, concorrência com crediário e venda parcelada no cartão é forte

  • Tendência é que modalidade se torne algo complementar nas carteiras de crédito

Não é novidade que praticamente tudo que faz sucesso nos Estados Unidos seja replicado - e às vezes abrasileirado - por aqui. No entanto, o modelo de venda online parcelada, conhecido como "compre agora, pague depois" em tradução livre, que ganhou muita popularidade entre os norte-americanos, não encontrará vida fácil no Brasil. Isso porque, com um mercado de crediário maduro, pela longa experiência de bancos e varejistas na área, a novidade não foi vista como tão nova assim.

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Como funciona?

No geral, o entendimento do "novo" conceito não é muito complexo. Já que se trata de linhas de crédito oferecidas ao cliente no ato da compra online - feita por app ou site -, que dão direito a um parcelamento de até quatro vezes sem juros, após um valor de entrada - que, geralmente, gira em torno de 25% do preço total do produto ou serviço. Conforme apurou o portal Valor Investe, o pagamento da entrada é normalmente feito com Pix.

Concorrência no Brasil

A ideia parece boa, mas não é lá novidade no Brasil. Afinal, os cartões de crédito vendem em até 12 vezes sem juros, sem exigir entrada. Uma opção de entrada para esse modelo no país, seria através de clientes que não possuem fácil a crédito, mas que conseguem pagar a compra em poucas parcelas. Ao menos é o que esperam as fintechs - que aproveitaram o boom no mercado americano para desenvolver modelos locais e buscar parcerias com varejistas. Tendência é que modalidade "se torne algo complementar nas carteiras de crédito".