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FDA pode liberar pílulas da Pfizer e Merck esta semana: Fontes

·2 min de leitura

(Bloomberg) -- A agência reguladora dos Estados Unidos poderia autorizar as pílulas da Pfizer e Merck & Co. para tratamento da Covid-19 nesta semana, segundo pessoas a par do assunto, um marco na luta contra a pandemia que em breve ampliará as opções de terapia para os doentes.

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O anúncio pode ser feito já na quarta-feira, segundo três pessoas que pediram para não serem identificadas antes da autorização, alertando que o plano ainda pode mudar.

Os tratamentos paxlovid, da Pfizer, e o molnupiravir, da Merck, são destinados a pessoas de alto risco com teste positivo para Covid. Os tratamentos, durante os quais os pacientes tomam as pílulas em casa durante vários dias, podem aliviar a pressão sobre hospitais em meio à expectativa de aumento de casos de Covid no inverno dos EUA.

Porta-vozes da Casa Branca e da FDA, agência que regula fármacos e alimentos nos EUA, não quiseram comentar.

“É a coisa mais importante que pode acontecer na pandemia depois das vacinas”, disse Eric Topol, diretor do Scripps Research Translational Institute. O momento do anúncio, já no fim do ano, é atípico para a FDA e reflete a urgência por trás dos medicamentos, disse.

As autorizações da FDA podem incluir limitações sobre quais grupos podem ser usar os medicamentos, disse uma pessoa a par do assunto. Um comitê consultivo da FDA recomendou a pílula Merck no mês passado com uma votação apertada, e alguns membros do painel citaram questões de segurança, incluindo para mulheres grávidas.

O governo dos EUA encomendou 10 milhões de tratamentos com a pílula da Pfizer e cerca de 3 milhões da Merck, cujo medicamento não tem o mesmo nível de eficácia, indicam estudos clínicos, e pode apresentar riscos. No entanto, é provável que as pílulas não estejam disponíveis em grande quantidade de imediato.

Em um ensaio clínico, a pílula da Pfizer mostrou redução de 89% na taxa de internação de pacientes que receberam o medicamento no prazo de três dias a partir do início dos sintomas, em comparação com indivíduos que receberam placebo. Nenhum dos pacientes tratados com o medicamento morreu.

A autorização para a pílula da Pfizer representaria um voto de confiança de reguladores no medicamento, já que consultores da FDA não foram solicitados a considerar as evidências clínicas do medicamento.

A Merck desenvolveu o molnupiravir em parceria com a Ridgeback Biotherapeutics.

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