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Fazendeiro muda pedra de lugar e altera fronteira entre Bélgica e França

·2 minuto de leitura

Uma pedra de 200 anos, que servia como marcador da fronteira entre a Bélgica e a França, foi movida cerca de 2,2 metros de seu lugar original, o que causou, além de risadas, uma situação incomum: a "redefinição" da fronteira entre os dois países e a "redução" do território francês.

Um fazendeiro belga, aparentemente irritado com a rocha em seu caminho, atrapalhando o dia de trabalho em seu trator, a moveu para dentro do território francês.

A confusão foi descoberta em abril, na divisa entre as cidades Bousignies-sur-Roc, na França, cerca de 260 quilômetros a nordeste de Paris, e Erquelinnes, 90 quilômetros ao sul de Bruxelas, na Bélgica. A mudança de local foi descoberta por um grupo de pesquisadores que estuda e conhece as fronteiras.

Ao caminharem por uma floresta em território rural francês, eles perceberam algo de errado com a rocha, que não estava em seu lugar original como marcador de limite da fronteira. Os marcadores de pedra, que pesam cerca de 130 quilos, foram colocados ao longo dos 620km de fronteira entre a França e o que agora é a Bélgica, de maneira formal, em 1820, quando a divisa foi estabelecida no Tratado de Kortrijk.

A situação foi recebida por ambas as partes com humor. Em uma entrevista ao canal francês TV1, o prefeito de Erquelinnes brincou com o “problema na fronteira” que o fazendeiro causou.

— Ele aumentou o tamanho da Bélgica e diminuiu o da França, o que não é uma boa ideia. Eu fiquei feliz, minha cidade ficou maior — disse.

— Acho que nós seremos capazes de evitar uma nova guerra na fronteira — afirmou em tom de brincadeira o prefeito do vilarejo francês, Aurélie Welonek,

Lavaux e outras autoridades belgas vão entrar em contato com o fazendeiro, ainda não identificado, por meio de uma carta formal na qual pedirão que ele coloque a pedra no lugar novamente. Caso não faça, o homem pode enfrentar acusações criminais, segundo o jornal New York Times. Se não houver acordo, Lavaux disse que vai recorrer ao Ministério das Relações Exteriores da Bélgica, que poderia criar uma comissão franco-belga para resolver o problema na fronteira, algo que não ocorre desde 1930.