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Fazenda usa cocô de vaca para minerar criptomoedas

·1 minuto de leitura
Cocô de vaca abastecendo o setor de criptos. (Foto: Getty Images)
Cocô de vaca abastecendo o setor de criptos. (Foto: Getty Images)
  • Fazenda no País de Gales usa estrume de vaca para gerar eletricidade.

  • Energia é usada para minerar criptomoeda.

  • Fazendeiros escolheram minerar Ethereum.

Hoje, um dos maiores dilemas para quem decide se embrenhar no negócio de mineração de criptomoedas é o consumo energético dessa atividade. Para se gerar uma única moeda de redes como a do Bitcoin, é necessário que os computadores desempenhem processos computacionais extremamente pesados, que consomem altas quantidades de eletricidade.

Leia também:

Quanto mais moedas são “mineradas”, mais difícil o processo se torna, ao ponto de que hoje essa atividade praticamente se deslocou para uma categoria industrial.

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Ao ponto de que agora, os donos de “minas” de Bitcoin estão buscando alternativas criativas para obter energia. Algumas empresas estão buscando uma saída em países com energia subsidiada pelo governo, como é o caso da Argentina. Outros estão seguindo uma via ilegal, e até roubando energia de seus vizinhos.

Agora, uma fazenda localizada no País de Gales optou por uma via orgânica: estrume de vaca. Por meio de um processo conhecido como digestão anaeróbia, os donos da fazenda usam o gás metano produzido pelo cocô em decomposição para gerar energia elétrica. As informações são de reportagem da rede de notícias BBC. 

Essa energia é utilizada para abastecer uma fazenda dentro da fazenda: um conjunto de computadores dedicados à mineração de Ethereum, uma cripto alternativa ao Bitcoin e atualmente a segunda mais valiosa do mundo.

Segundo os donos da fazenda, eles escolheram o Ethereum por ser mais fácil de minerar, e com uma boa perspectiva de valorização no longo prazo.

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