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Faz Diferença: vencedor na categoria livros, Zuenir Ventura dedica prêmio a Bruno Pereira e Dom Phillips

Jornalista, escritor e imortal da Academia Brasileira de Letras. Ao longo de 70 anos de carreira, Zuenir Ventura narrou fatos históricos, da ditadura militar à chacina de Vigário Geral, passando pela cobertura do assassinato de Chico Mendes. Em 2021, Mestre Zu relançou o livro “Minhas histórias dos outros”, de 2005, e foi homenageado na Bienal.

Nesta quarta-feira (22), a homenagem foi na Casa Firjan, no Rio de Janeiro, onde recebeu o Prêmio Faz Diferença na categoria Livros. O prêmio foi entregue pelo editor executivo André Miranda e o colunista Bernardo Mello Franco.

O discurso de Zuenir, que nada de pronto leu, emocionou os presentes e arrancou aplausos. Ele agradeceu o prêmio e lembrou que esta é a segunda vez que recebe uma homenagem relevante em sua carreira. Zuenir também recordou que, coincidentemente, ambos marcam momentos alegres e tristes em sua trajetória. A primeira vez foi em 1989, logo após o assassinato do ativista Chico Mendes. Tanto tempo depois,o mestre lamentou que a história se repete.

- É o segundo grande prêmio que recebo. Eu não esperava receber justamente esse ano... Esperava que com Chico Mendes não teria mais... Constatar essa trágica ironia é muito triste. Queria dedicar, homenagear com este prêmio o indigenista e o jornalista que morreram. A gente esperava que com Chico Mendes não teria mais assassinatos como este... E eu quero dedicar à minha mulher, que há mais de meio século faz diferença no meu casamento.

O Prêmio Faz Diferença é uma iniciativa do GLOBO, em parceria com a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

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