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Favorita, França aposta em geração multicultural que nunca foi derrotada com Pogba e Kanté de titulares

·3 minuto de leitura

O dia que fecha a primeira rodada de jogos da Eurocopa tem a atração mais esperada desta fase de grupos: o duelo entre França e Alemanha. Os gigantes do futebol mundial, campeões das duas últimas Copas, se enfrentam às 16h desta terça-feira (de Brasília, com transmissão do SporTV), em Munique, pelo Grupo F.

Dona de três títulos de Eurocopa, a Alemanha tenta reconquistar o continente — seu último triunfo foi em 1996. O torneio marca a despedida de Joachim Löw, técnico da seleção desde 2006.

— Pode haver um pouco de tristeza quando tudo acabar, mas não estou pensando nisso agora — disse Löw, que levou os alemães aos títulos da Copa de 2014 e da Copa das Confederações de 2017.

Buscando seu terceiro título de Euro, a França é conhecida pela força de seu ataque, com Mbappé, Griezmann e, agora, o retorno de Benzema. Mas além do poder ofensivo, é da responsabilidade de Kanté e Pogba trazer o equilíbrio defensivo necessário na busca por títulos.

Desde que os volantes viraram titulares, a seleção francesa nunca saiu de campo derrotada. E após erguer a Copa do Mundo, a Eurocopa aparece para coroar a geração marcada por ser extremamente talentosa e multicultural.

A última derrota da França aconteceu em junho de 2019, para a Turquia, nas Eliminatórias da Eurocopa. Lesionado, Kanté foi desfalque e Sissoko formou dupla com Pogba. Os casos se repetem ao longo dos anos: sempre que a seleção é derrotada, um deles não está como titular. Juntos, no entanto, somam o belo retrospecto de 21 vitórias e seis empates.

Mais do que números, os volantes representam a virada de chave de uma seleção que ficou marcada pela irregularidade em meio ao excesso de talentos. O ponto de mudança aconteceu na final da Eurocopa de 2016, realizada na França, onde Portugal ficou com o título — a dupla de volantes foi formada por Pogba e Matuidi. Desde então, Kanté ganhou a condição de titular e formou a dupla imbatível.

Fora das quatro linhas, a França se destaca pela imagem multicultural de seus atletas e usa isso para atrair simpatia no continente. Pegando como base a equipe que conquistou a Copa do Mundo de 2018, dos 23 convocados pelo técnico Didier Deschamps, 19 teriam credenciais para jogar por outras seleções. Naquele Mundial, 29 nascidos na França também estavam espalhadas por outras equipes – principalmente em Marrocos e Tunísia.

Dos 26 convocados para a Eurocopa, apenas o goleiro Lloris, o lateral-direito Pavard e o atacante Giroud não têm raízes de outros países. Os demais jogadores têm antepassados nascidos em outros países ou são naturais de outras nações, como o goleiro Mandanda, nascido no Congo, e o atacante Lemar, de Guadalupe.

A França está no grupo F, considerado o mais forte da Eurocopa, com Alemanha, Portugal e Hungria. A seleção fará seus dois primeiros jogos na casa dos adversários, contra a Alemanha, em Munique, no dia 15 de junho, e contra a Hungria, em Budapeste, no dia 19. Quatro dias depois, novamente na Arena Puskás, será a vez de enfrentar Portugal.

Benzema é reforço e dúvida

A principal novidade da França para a Eurocopa fica por conta do retorno do atacante Karim Benzema, do Real Madrid, que voltou a ser convocado após quase seis anos. O centroavante foi afastado da seleção por decisão da Federação Francesa de Futebol (FFF), como punição por um escândalo policial que ainda está em andamento.

A última partida do camisa 9 merengue pela seleção foi em outubro de 2015, em amistoso preparatório para a Eurocopa de 2016, contra a Armênia. Na ocasião, Benzema marcou duas vezes na vitória por 4 a 0.

Porém, no último amistoso preparatório para a Eurocopa, Benzema deixou o campo aos 40 minutos do primeiro tempo por conta de dores no joelho direito.

Aos 34 minutos, o centroavante do Real Madrid subiu para cabecear a bola e quando caiu ao chão sentiu o joelho. Ele precisou deixar o campo para colocar uma bandagem na área lesionada e voltou para a partida. Porém, dois minutos depois ele desabou e pediu substituição. Deu lugar a Giroud, do Arsenal.

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