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Fauci critica 'alívio prematuro' de medidas restritivas em estados americanos

·2 minuto de leitura

O pico recente no número de novas infecções por Covid nos Estados Unidos pode estar relacionado a um "alívio prematuro" das medidas para conter o vírus, apontou neste domingo Anthony Fauci, assessor da Casa Branca para o combate à pandemia.

Embora o surgimento de variantes de coronavírus seja parte do problema, também o são os estados que "retrocedem na mitigação" de maneira prematura, disse Fauci ao canal de TV CBS.

Estados como Texas, Maryland, Connecticut e Mississipi aliviaram as restrições, eliminaram a obrigatoriedade do uso de máscara e permitiram a reabertura de restaurantes, lojas e outros serviços não essenciais com poucas restrições ou nenhuma delas. Quando o número de casos começa a se estabilizar, disse Fauci, "há um perigo real de que disparem. É o que temos visto em nosso país e foi o que aconteceu em vários países da União Europeia, onde se estabilizaram e, depois, aumentaram."

França, Bélgica e Polônia endureceram neste sábado as restrições diante do aumento dos casos, e a França classificou a situação de "crítica".

Depois de um pico durante o outono e o inverno boreal nos Estados Unidos, que chegou a registrar centenas de milhares de casos diários, os contágios se estabilizaram em torno dos 50 mil. O país é o mais atingido pela pandemia no mundo em termos absolutos, com mais de 549 mil mortes acumuladas, mesmo que, atualmente, a vacinação avance a passos largos.

"Realmente, é praticamente uma corrida entre vacinar as pessoas e ter esse pico que não queremos ver", disse Fauci, que também alertou para as viagens na Páscoa, que poderão fazer com que disparem os contágios, como ocorreu nos feriados de fim de ano. "Mesmo se as pessoas usarem máscara nos aviões, ao chegarem ao aeroporto há filas para o check-in, para a alimentação nos restaurantes, no embarque... Inevitavelmente, aumentam o risco de infecção", assinalou.

bbk/jm/yow/ll/gf/lb